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Como o inverno afeta a microbiota intestinal e o que fazer para proteger a saúde

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  • 2025-06-09
  • Sem comentários
  • 2 minutos de leitura

Alice Paiva revela como as baixas temperaturas afetam o equilíbrio intestinal, aumentam a fome e influenciam até o humor

Com a chegada dos dias frios, aumenta o apetite, a vontade por alimentos calóricos e até a sensação de cansaço. Mas o que muitos não sabem é que essas mudanças têm relação direta com a microbiota intestinal. A nutricionista Alice Paiva, especialista em emagrecimento e reeducação alimentar, revela os principais impactos do frio no intestino e como cuidar da saúde intestinal durante o inverno. 

A microbiota intestinal é o conjunto de trilhões de microrganismos que habitam o intestino humano. Segundo Alice, ela vai muito além da digestão: “Ela regula o sistema imune, influencia a produção de neurotransmissores e até interfere nas escolhas alimentares. É uma peça-chave para o equilíbrio do organismo”, explica. No inverno, fatores como menor consumo de fibras, ingestão maior de gorduras e mudanças no ritmo biológico alteram a composição dessas bactérias, diminuindo sua diversidade e afetando negativamente a saúde. 

Frio, o metabolismo e o apetite, afinal, qual a relação?

Outro ponto de destaque apontado por Alice é a relação entre o frio, o metabolismo e o apetite. “Nos dias gelados, o corpo precisa de mais energia para manter a temperatura. Isso ativa hormônios como a grelina e aumenta a fome, especialmente por comidas ricas em calorias”, afirma. A microbiota também participa desse processo, produzindo sinais que impactam a saciedade e os desejos alimentares. Ou seja, não é apenas uma questão comportamental: há todo um mecanismo fisiológico por trás da vontade de comer mais no inverno. 

”Não é só comportamento, é também uma resposta natural do corpo! O frio faz com que o organismo gaste mais energia para manter a temperatura corporal. Esse gasto extra acontece principalmente com a produção de calor, ou seja, o corpo queima mais calorias sem você perceber. Para compensar essa queima maior, o cérebro manda sinais de que você precisa comer mais, especialmente alimentos mais calóricos e reconfortantes”, revela Alice. 

Mas nem tudo são más notícias. A nutricionista garante que é possível atravessar o inverno com equilíbrio e bem-estar intestinal. Para isso, ela recomenda uma alimentação rica em fibras, prebióticos e probióticos. “Sopas com legumes, fermentados naturais como kefir, chás com especiarias, além de alimentos integrais e boas fontes de gordura são grandes aliados da microbiota nesta estação”, indica. 

Alice também destaca o papel do intestino na imunidade, ainda mais relevante em tempos de aumento de gripes e resfriados: “Cerca de 70% das células imunes estão no intestino. Fortalecer a microbiota é fortalecer o sistema de defesa”. 

O frio pode até ser inevitável, mas seus efeitos sobre o organismo podem ser amenizados com boas escolhas alimentares. Para Alice Paiva, cuidar da microbiota é mais do que uma estratégia nutricional, é uma forma de cuidar da saúde como um todo. 

Sobre: Alice Paiva é nutricionista esportiva especializada em emagrecimento e reeducação alimentar. Com vasta experiência no desenvolvimento de estratégias nutricionais personalizadas, Alice se destaca pela abordagem prática e eficaz, que permite a seus pacientes alcançarem seus objetivos de forma saudável e sustentável. Reconhecida pelo trabalho focado na educação alimentar, Alice incentiva escolhas inteligentes e substituições nutricionais que favorecem o equilíbrio e a qualidade de vida, sempre valorizando o sabor e o prazer à mesa.

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