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Destinos sustentáveis: intercâmbio em países que lideram a agenda climática rumo à COP 30

  • Destaque 2-planeta, Planeta, Saia de Casa
  • 2025-10-29
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

(O intercâmbio, antes associado principalmente ao aprendizado de idiomas e à imersão cultural, agora assume um papel ainda mais transformador. Imagem: Envato)

Jovens brasileiros buscam destinos de intercâmbio que unem educação e sustentabilidade, formando uma nova geração de cidadãos globais engajados na agenda climática rumo à COP 30

Em um momento em que o mundo volta os olhos para a COP30 e as discussões sobre o futuro do planeta ganham força, uma nova tendência desponta entre os estudantes brasileiros: escolher destinos de intercâmbio que aliam educação e sustentabilidade. Países como Nova Zelândia, Canadá e Alemanha se destacam não apenas pela excelência acadêmica, mas também por liderarem políticas ambientais e práticas verdes, tornando-se polos de atração para jovens que desejam aprender e contribuir com soluções para os desafios climáticos globais.

O intercâmbio, antes associado principalmente ao aprendizado de idiomas e à imersão cultural, agora assume um papel ainda mais transformador: o de formar cidadãos do mundo conscientes. Viver em países que adotam políticas climáticas avançadas e que tratam a sustentabilidade como parte da rotina é uma experiência que ultrapassa as fronteiras da sala de aula. É uma imersão em práticas e valores que moldam uma nova geração de profissionais engajados, preparados para pensar globalmente e agir localmente. 

Segundo a Pesquisa Selo Belta 2025, realizada pela Associação Brasileira das Agências de Intercâmbio (Belta), o setor de educação internacional segue em plena expansão, e cada vez mais conectado a temas socioambientais. Em 2024, o mercado cresceu 15% em relação a 2023, movimentando cerca de R$540 milhões em pacotes e programas.

Para 2025, a estimativa é de um novo salto, com crescimento previsto de 17%.

Ainda de acordo com o levantamento, o Canadá continua na liderança como destino mais procurado pelos brasileiros, enquanto a Nova Zelândia subiu posições e Destinos sustentáveis: intercâmbio em países que lideram a agenda climática rumo à COP 30 já ocupa a 6ª colocação, com um aumento de 34% no número de vistos estudantis concedidos a brasileiros em comparação com o ano anterior.

A escolha desses destinos vai além de critérios acadêmicos: ela reflete uma busca por experiências transformadoras. O estudante que convive com políticas públicas de energia limpa, transporte sustentável e gestão ambiental de ponta retorna ao Brasil com uma bagagem que transcende o conhecimento técnico, traz uma visão de mundo ampliada e uma consciência sobre a importância de atuar em rede pela preservação do planeta.

Para Alexandre Argenta, presidente da Belta, o movimento mostra que o intercâmbio está cada vez mais conectado ao futuro do planeta. “Os jovens estão escolhendo estudar fora com um propósito maior. Eles querem aprender, mas também querem fazer parte das soluções. O intercâmbio em países sustentáveis desperta essa consciência ambiental e reforça o papel do estudante como cidadão global, capaz de gerar impacto positivo em qualquer lugar do mundo”, afirma.


Por que Nova Zelândia, Canadá e Alemanha estão entre os destinos mais desejados?

  • Canadá
    Figura há anos entre os destinos mais procurados para intercâmbio. Segundo a Pesquisa Selo Belta 2025, o Canadá lidera a preferência dos estudantes brasileiros. O país se destaca por programas de habitação verde, transportes sustentáveis e compromisso com florestas e biodiversidade, aspectos que atraem jovens interessados em inovação climática. Em Vancouver, por exemplo, grande parte da população vive a poucos minutos de parques, e a cidade integra redes expressivas de ciclovias ao transporte público.
     
  • Nova Zelândia
    O país é reconhecido por legislações pioneiras em transparência ambiental no setor financeiro, vasta rede de reservas naturais e forte cultura de energias limpas e mitigação climática. No primeiro trimestre de 2025, o número de vistos estudantis concedidos a brasileiros aumentou 34% em comparação ao mesmo período do ano anterior, o maior crescimento proporcional entre países comparados.
     
  • Alemanha
    Embora não tão frequente nas primeiras posições de busca quanto Canadá ou EUA, a Alemanha também figura como destino preferido por estudantes voltados para tecnologia, ciência e sustentabilidade. O país é referência europeia em mobilidade elétrica, eficiência energética urbana e políticas de transição energética.

“A escolha de países que valorizam práticas ambientais é mais do que uma decisão acadêmica: é um engajamento com os valores de futuro. Ao optar por destinos que internalizam metas climáticas, o intercambista se forma não apenas como aluno, mas como cidadão global consciente”, destaca Argenta.

Ele lembra ainda que o intercâmbio é uma das experiências mais completas para a formação pessoal e profissional. “Ao vivenciar outras culturas e realidades, o estudante aprende a olhar o mundo de forma mais ampla, a entender o impacto das próprias ações e a buscar soluções conjuntas. O intercâmbio transforma perspectivas, amplia horizontes e cria cidadãos do mundo”, reforça Argenta.

À medida que o mundo se prepara para a COP30, marcada para 2025 no Brasil, cresce a relevância de discutir como a educação internacional pode contribuir com a construção de um futuro mais sustentável. Escolher um destino de intercâmbio alinhado à agenda climática é, também, um ato de compromisso com o planeta, e uma oportunidade de aprender, na prática, que ser global é ser responsável.

Sobre a Belta

Conheça mais, aqui!

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