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O amor contribui para a longevidade? Apesar dos corações partidos ?

  • Destaque 2-envelhescência, Envelhescência, Sub-Editoria Envelhescência
  • 2025-06-09
  • Sem comentários
  • 2 minutos de leitura

Mais que os benefícios para a saúde emocional, o amor também traz benefícios à saúde física, afirma a cirurgiã plástica e especialista em longevidade, Dra. Elodia Ávila

O amor não é só poesia, filmes românticos ou declarações, ele também é biologia, saúde e longevidade.

Dados científicos e estudos de saúde pública mostram que relações afetivas saudáveis não apenas fazem bem à mente, mas também afetam de forma positiva diretamente na saúde física, no equilíbrio hormonal e até na expectativa de vida.

De acordo com a cirurgiã plástica e especialista em longevidade, Dra. Elodia Ávila, as conexões emocionais têm papel muito importante na construção de uma vida mais longa e saudável.
“Não é só sobre viver mais, é sobre viver mais com qualidade, e nisso os relacionamentos afetivos têm um impacto enorme. O amor, o afeto, o vínculo, são fatores que refletem diretamente na saúde cardiovascular, na imunidade e no bem-estar emocional, que por sua vez, influenciam na saúde física”, destaca.

Os benefícios do amor à saúde
O cérebro, quando exposto a interações sociais positivas, ativa a liberação de neurotransmissores e hormônios como dopamina, serotonina e, principalmente, oxitocina, conhecida como o hormônio do amor.Essa combinação bioquímica não só melhora o humor, mas também ajuda a reduzir níveis de cortisol, o hormônio do estresse, diminuindo riscos de doenças cardíacas, hipertensão, depressão e até fortalecendo o sistema imunológico.“Existe uma relação direta entre saúde emocional e longevidade. A ocitocina, por exemplo, além de promover bem-estar e conexão, tem efeito anti-inflamatório, melhora o funcionamento do sistema cardiovascular e reduz a pressão arterial. O simples ato de estar próximo, de se sentir amado, melhora parâmetros físicos mensuráveis”, explica a Dra. Elodia, também especialista em neurociências.

O isolamento social é prejudicial
O isolamento social, segundo os dados mais recentes, está relacionado a um aumento significativo dos riscos de doenças mentais e físicas. Durante a pandemia, os efeitos do distanciamento evidenciaram como a falta de interação afetiva impacta diretamente a saúde global das pessoas.Ainda que a tecnologia tenha permitido vínculos virtuais, as relações presenciais seguem sendo insubstituíveis em termos biológicos e emocionais.“A longevidade não se constrói apenas com alimentação saudável, atividade física e sono de qualidade, embora esses sejam pilares importantes. Ela se faz, também, na troca, na construção de vínculos, no toque, no abraço, na presença. Amar é, literalmente, um remédio para viver mais e melhor”, reforça a Dra. Elodia Ávila.

Sobre a Dra. Elodia Avila
Dra. Elodia Avila é uma cirurgiã plástica, formada em medicina pela USP e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, com visão integrativa e funcional. Tem pós graduação em nutrologia e adequação nutricional e manutenção da homeostase endócrina e é especialista em neurociências. Desenvolveu o método de mamoplastia de realce para as cirurgias plásticas mamárias, que ajuda a modelar mamas com maior projeção, firmeza, contornos bem definidos, com menor tempo cirúrgico e preservando a sensibilidade das aréolas, tudo através da mimetização de próteses com o próprio tecido da paciente. É neurocientista e professora de neurociências pela CPAH. Tem o QI de 141 pontos comprovados e faz parte de grupo de adultos com alto QI GAIA/QI.

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