Ir para o conteúdo
  • Envelhescência
  • Ribalta
    • Música
    • Teatro
    • Circo
    • Dança
    • Agenda
  • Planeta
    • Saia de Casa
    • Natureza
    • Bichos
  • Palavras
    • Literatura
    • História e Patrimônio
    • Educação
    • Balbúrdia
  • Tela
    • Audiovisual
    • Artes Visuais
    • Decoração
  • Banquete
    • Comida
    • Bebida
  • Atitude
    • Beleza
    • Moda
    • Comportamento
  • Vitalidade
    • Saúde
    • Bem Estar
  • Envelhescência
  • Ribalta
    • Música
    • Teatro
    • Circo
    • Dança
    • Agenda
  • Planeta
    • Saia de Casa
    • Natureza
    • Bichos
  • Palavras
    • Literatura
    • História e Patrimônio
    • Educação
    • Balbúrdia
  • Tela
    • Audiovisual
    • Artes Visuais
    • Decoração
  • Banquete
    • Comida
    • Bebida
  • Atitude
    • Beleza
    • Moda
    • Comportamento
  • Vitalidade
    • Saúde
    • Bem Estar
Facebook Instagram

Quanto tempo a mulher pode levar para engravidar após suspender anticoncepcionais?

  • Destaque 1-vitalidade, Saúde, Sub-Editoria Vitalidade, Vitalidade
  • 2025-09-07
  • Sem comentários
  • 2 minutos de leitura

Segundo estudo da ONU, são 900 milhões de mulheres ao redor do mundo que utilizam algum método de contracepção

O surgimento dos anticoncepcionais marcou uma verdadeira revolução no planejamento familiar. Hoje, mais de 900 milhões de mulheres utilizam algum método contraceptivo em todo o mundo, segundo o relatório World Contraceptive Use 2024, da Organização das Nações Unidas (ONU). Mas quando o objetivo deixa de ser evitar a gravidez, para se tornar exatamente o oposto, as dúvidas surgem. “A primeira dúvida que surge entre muitas mulheres é quanto tempo leva para engravidar depois de interromper o uso de anticoncepcionais. E a resposta pode variar bastante”, explica a Dra. Isa Rocha, médica do IVI Salvador. De acordo com a especialista, tudo depende do tipo de método utilizado, da idade da mulher e das particularidades do seu organismo.

A fertilidade pode retornar rapidamente após a suspensão dos métodos contraceptivos, mas o corpo feminino precisa de um tempo para se readaptar. No caso das pílulas anticoncepcionais e do DIU, muitas mulheres conseguem engravidar dentro de 12 meses após a interrupção do uso. Já o anticoncepcional injetável pode exigir mais tempo. “Após a interrupção, a ovulação volta a depender da produção natural de hormônios, o que nem sempre acontece de forma imediata. Cada organismo reage de um jeito. Por isso, é comum que a gravidez não aconteça já no primeiro ciclo”, afirma a médica.

A pílula combinada, uma das formas mais comuns de contracepção, contém estrogênio e progesterona sintéticos. Esses hormônios suprimem a ovulação e provocam alterações no corpo da mulher, como o espessamento do muco cervical e o afinamento do endométrio. “Quando a mulher deixa de tomar a pílula, o organismo precisa retomar a produção natural de FSH e LH, hormônios fundamentais para a ovulação. E essa transição pode levar de algumas semanas até alguns meses”, detalha a Dra. Isa Rocha.

A recomendação geral dos especialistas é interromper o uso do anticoncepcional entre três e seis meses antes de iniciar as tentativas de gravidez. Esse período permite observar como o corpo se comporta sem os hormônios sintéticos e identificar possíveis irregularidades no ciclo menstrual. “Se após seis meses os ciclos ainda estiverem desregulados, é importante procurar um ginecologista para avaliar a saúde reprodutiva e fazer os ajustes necessários”, orienta a médica.

Um dos mitos mais comuns é de que o uso prolongado de anticoncepcionais pode causar infertilidade. “Isso não é verdade. As pílulas modernas têm baixa dosagem hormonal, o que permite que o corpo volte à fertilidade após a suspensão”, destaca a Dra. Isa. Se, após 12 meses de tentativas, a gravidez ainda não acontecer, é hora de investigar outras causas, como idade avançada, síndrome dos ovários policísticos (SOP), endometriose ou outros fatores que podem afetar a fertilidade. Nesses casos, o acompanhamento com um especialista em reprodução assistida é fundamental. “O suporte médico adequado garante um processo mais seguro e tranquilo, ajudando a identificar o melhor caminho para realizar o sonho da maternidade”, finaliza a médica.

Sobre o IVI – RMANJ

IVI nasceu em 1990 como a primeira instituição médica na Espanha especializada inteiramente em reprodução humana. Atualmente são em torno de 190 clínicas em 15 países e 7 centros de pesquisa em todo o mundo, sendo líder em Medicina Reprodutiva e o maior grupo de reprodução humana do mundo.

Relacionado

Gostou do conteúdo?
Compartilhe:

PrevAnteriorKevin Marins treina com Cristiano Ronaldo Jr. em Dubai e fortalece amizade dentro e fora de campo
PróximoExercício físico também cuida da sua saúde mentalNext
Picture of Iven

Iven

Postagens Recentes

Onde dançar forró no Centro Histórico até as pernas ficarem bambas  

18 de junho de 2026

Peça Rara Brechó avança na expansão nacional com inteligência artificial e modelo Pocket de franquias

18 de junho de 2026

Menopausa precoce e qualidade de vida: por que o diagnóstico ainda demora?

18 de junho de 2026

Obesidade infantil pode provocar inflamação silenciosa e elevar risco de doenças crônicas

18 de junho de 2026
Ver mais

Jornalista que gosta muito do que faz e que quer dar espaço para quem quer mudar o mundo para melhor.

Icon-facebook Instagram

Postagens Recentes

Peça Rara Brechó avança na expansão nacional com inteligência artificial e modelo Pocket de franquias

Menopausa precoce e qualidade de vida: por que o diagnóstico ainda demora?

Obesidade infantil pode provocar inflamação silenciosa e elevar risco de doenças crônicas

Conheça Doris e Equipe

Copyright © 2023. Todos os direitos reservados.

  • Política e Privacidade
  • Contato
  • Anuncie aqui