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Estudo aponta que dançar melhora a saúde física, psicológica e cognitiva

  • Dança, Destaque 3, Ribalta, Sub-Editoria Ribalta
  • 2025-07-18
  • Sem comentários
  • 2 minutos de leitura

A prática regular de exercícios é fundamental para melhorar a saúde como um todo. Não é nenhuma novidade que eles beneficiam o corpo e a mente. Para aumentar as chances de longevidade e qualidade de vida, não há nada mais eficaz do que uma alimentação equilibrada, aliada a atividades físicas regulares, que podem ser exercícios de força ou até mesmo a dança. A revista científica Sports Medicine reforça que dançar é muito mais do que apenas movimentar o corpo ao som de uma música.

Segundo pesquisa publicada pela revisa, a dança é uma forma igualmente eficaz em comparação a outros exercícios estruturados para melhorar a saúde física, psicológica e cognitiva, além de também aumentar a autoestima de quem pratica. “Os exercícios são muito importantes para a saúde física e mental, isso não é novidade, mas a dança se configura como uma boa alternativa para quem deseja manter-se ativo. Além de ser um exercício indicado para qualquer pessoa, de qualquer idade, em qualquer nível de condicionamento”, explica Allan Lacerda, Coordenador na Rede Alpha Fitness.

Os estudos publicados pela Sports Medicine, conduzido por pesquisadores da Universidade de Sydney, na Austrália, analisaram a eficácia de intervenções de dança, em comparação com programas de exercícios físicos, nos resultados psicológicos e cognitivos ao longo da vida dos voluntários. E concluíram que a dança estruturada, na qual são aprendidos movimentos específicos, pode ter um grande impacto positivo na saúde como um todo, especialmente a mental.

Um dos artigos mostra, por exemplo, que dançar é uma ferramenta importante e eficaz na reabilitação e na melhoria da qualidade de vida de pessoas com doença de Parkinson, reduzindo a ansiedade e melhorando os sintomas depressivos. Além disso, os resultados apontam que a dança é superior a outras atividades para melhorar motivação, aspectos da memória, cognição social e reduzir o sofrimento.

No caso de quem tem doença de Parkinson, por exemplo, a dança pode ser adaptada às limitações motoras e promover melhorias na mobilidade e no equilíbrio, além dos ganhos psicológicos. Assim, a dança se torna uma alternativa interessante ao aliar os benefícios físicos ao prazer e à motivação gerados pelo ritmo, pelo movimento e pela música.

Incorporar a dança em programas terapêuticos pode aumentar a adesão e melhorar a qualidade de vida, ao mesmo tempo em que cria uma oportunidade de socialização. “Atividades como a dança, oferecem um espaço para interação, ajudam a promover conexões interpessoais e fortalecem as redes de apoio, promovendo a sensação de pertencimento. Isso é essencial para prevenir a depressão e o declínio cognitivo associados ao isolamento”, finaliza o coordenador da Rede Alpha Fitness.

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