Intitulado “A Primavera do Dragão”, longa-metragem é baseado no livro de Nelson Motta e terá filmagens nas cidades de Salvador e Cannes
A Globo Filmes anunciou hoje, 14 de maio, no Festival de Cannes, sua participação como coprodutora na cinebiografia do cineasta Glauber Rocha, “A Primavera do Dragão”. Baseado no livro homônimo, de Nelson Motta, publicado em 2011, o longa terá entre suas locações as cidades de Salvador, Rio de Janeiro e Cannes, na França, três pontos essenciais na trajetória de um dos principais nomes do Cinema Novo e do audiovisual brasileiro. Com roteiro e direção de Rodrigo de Oliveira (“Todos os Paulos do Mundo”), o projeto tem produção da Bananeira Filmes em parceria com a RioFilme e incentivo do FSA, e será distribuído nos cinemas brasileiros pela Imagem Filmes.
O anúncio de “A Primavera do Dragão” no Festival de Cannes é especialmente significativo. O evento recebeu três das obras do cineasta, e o consagrou como Melhor Diretor – e o primeiro latino-americano a receber este prêmio – por “O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro”, em 1969. O cineasta também esteve competindo em Cannes com “Deus e o Diabo na Terra do Sol”, em 1964, e “Terra em Transe”, em 1967.
Sobre a Globo Filmes
Há mais de 25 anos, a Globo Filmes constrói parcerias que impulsionam o audiovisual brasileiro, levando grandes histórias nacionais ao público de todas as gerações. Desde 1998, atua como a maior coprodutora e uma das principais investidoras do cinema nacional, com mais de 560 títulos lançados e mais de 270 milhões de espectadores acumulados nas salas de cinema.
O portfólio da Globo Filmes reúne produções que marcaram o cinema brasileiro. Entre os sucessos de público estão “Minha Mãe é uma Peça 3” e “Tropa de Elite 2”, ambos com mais de 11 milhões de espectadores, e grandes bilheterias recentes como “Minha Irmã e Eu”, “Os Farofeiros 2” e “Vitória”. A trajetória inclui ainda obras aclamadas pela crítica dentro e fora do país, como “2 Filhos de Francisco”, “Carandiru”, “Cidade de Deus” (quatro indicações ao Oscar) e “Bacurau” (Prêmio do Júri em Cannes). Mais recentemente, títulos como “O Último Azul” (vencedor do Urso de Prata na Berlinale) e “Manas” (GDA Director’s Award no Festival de Veneza) reforçam a diversidade e a potência das narrativas nacionais.
A Globo Filmes segue acreditando na força das salas de cinema e no impacto das boas histórias. Com foco na qualidade artística e na pluralidade de conteúdos, leva ao público o melhor do cinema brasileiro nos mais variados gêneros.

















