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Festival de Dança Itacaré realiza conexões internacionais na Temporada França-Brasil

  • Dança, Destaque 3, Ribalta, Sub-Editoria Ribalta
  • 2025-10-29
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

De 3 a 9 de novembro, a 13ª edição do Festival de Dança Itacaré levará para o palco do Centro Cultural do quilombo urbano Porto de Trás mais uma edição, desta vez, com espetáculos de artistas de Guadalupe, da Costa do Marfim/França e Mali, como parte da Temporada França-Brasil, e de países como Portugal, Alemanha/Zimbábue e da América Latina. Ainda, artistas nacionais do Maranhão, Paraná, Bahia, Piauí, Distrito Federal e Rio de Janeiro apresentam espetáculos e performances ao longo da semana, todos com entrada gratuita. A classificação é livre para a maioria das atividades. 

A abertura oficial acontecerá na segunda-feira, dia 3, às 19h, no Centro Cultural Porto de Trás, e terá a presença de autoridades e parceiros, seguida do espetáculo resultante do intercâmbio de artistas internacionais e de Itacaré, no escopo da Temporada França – Brasil 2025. “Ideia De Festa/Une Idée De Fête”, criação de Abdoulaye Trésor Konaté e Verusya Correia (Brasil/França/Costa do Marfim/Mali), estreia a partir da cocriação artística gerada de um diálogo entre duas manifestações afrodescendentes: o Bicho Caçador, do quilombo urbano do Porto de Trás e o Zaouli, do povo Gouro, na Costa do Marfim. 

Na programação do Festival de Dança Itacaré – ANO XIII estão também, como parte da Temporada França-Brasil: “Le Sacre du Sucre”, da Cie Trilogie Lénablou (Guadalupe/FR); e “Corpos”, Cia La Mangrove (Guadalupe/FR). Na grade de espetáculos internacionais do evento, estão: “Territmia”, de Projeto Sismos (AR/BR/CL/PT/UY); “(IN) VISÍVEL”, de Marisa Porto (Rio de Mouro/PT). Serão apresentados os seguintes espetáculos nacionais: “Ai, ai, ai”, da Marcelo Evelin/Demolition Incorporada (Teresina/PI); “Quarto Lilás”, com Erivelto Viana e Princesa Ricardo Marinelli (São Luís/MA e Curitiba/PR); “Falhas, Folhas e Falos”, do Coletivo Serra Grande (Uruçuca/BA), com Sara Parisi, Luis Alonso Aude e Antônio Vergne; e “Danúbio”, de Jonathan Andrade (Brasília/DF). E as performances selecionadas para esta edição são: “We who do not belong”, de Soko Jena (Bochum, DE); e “Cazumbaria”, de Juliana Manhães (Guapimirim/RJ).

O evento vai promover também atividades formativas, como as oficinas-espetáculo  “Movediço”, oficina-espetáculo de Jai Bispo (Salvador/BA); “Vital”, oficina-espetáculo de Dani Lima e Babi Fontana (Rio de Janeiro/RJ); a masterclass da Temporada França-Brasil “Corpos”, da Cia La Mangrove (Guadalupe/FR); a exibição de documentário “Aqui”, de Luciano Botelho (Ipatinga/MG); e o encontro “Abre-Alas: Festivais em Aquilombamento – Conversa com Martin Domecq”, com Gabriel Cândido, Soraya Martins, Thiago Pirajira e Verusya Correia (São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Bahia).

Acesse a programação na íntegra em www.festivaldedancaitacare.com.br/ANO-XIII/ e acompanhe também as redes @festivaldancaitacare

As propostas em dança que são apresentadas no Festival oportunizam a criação de um campo criativo que se desenvolve fora de modelos hegemônicos da linguagem. Sobre o tema desta ano, a idealizadora e diretora artística do Festival, Verusya Correia, revela: “Chegamos à 13° edição, com a necessidade urgente de transformar o Festival em uma plataforma de discussão e reflexão de um tema muito caro à humanidade: Territórios Fronteiriços, Corpos Fronteiriços. Assim, vamos pensar a força do coletivo e sua diversidade, territórios, artistas e seus cotidianos oriundos de cidades e países distintos para poder pensar o corpo e a composição da dança. Nesse fincar que transborda, poder ventilar outros mundos, outras produções artísticas, outras narrativas dançantes”. 

O Festival de Dança Itacaré- ANO XIII é uma produção da Casa Ver Arte, com apoio da Prefeitura Municipal de Itacaré, e é fomentado pelo Programa Funarte de Apoio a Ações Continuadas 2023. 

Sobre o Festival de Dança Itacaré (FDI) – Hoje internacionalizado, o evento foi criado em 2008, ocupando espaços diversos, uma vez que não há teatro na cidade.  Em 2012, o evento passou a acontecer no Centro Cultural Tribo do Porto, transformando o Quilombo Urbano do Porto de Trás, no palco de uma expressiva celebração da dança. O festival já reuniu mais de 150 grupos de todo o Brasil, além de companhias internacionais da Espanha, Portugal, França/Costa do Marfim, Moçambique e Argentina, e a participação de dramaturgos e diretores de festivais do Equador, Indonésia e Uruguai. 

Só no primeiro ano de internacionalização do Festival, 2024, foram realizadas 14 apresentações de espetáculos e performances para um público de mais de cinco mil pessoas, fomentado pelo Programa de Apoio a Ações Continuadas da FUNARTE. Foram mais de 60 artistas – entre os que se apresentaram e convidados – e mais de 30 profissionais que fizeram o evento acontecer, ativando as diversas áreas artísticas, de produção e comunicação. 

A proposta e as contribuições do evento à Dança têm chamado atenção de espaços internacionais de discussão sobre a linguagem, como o Programa Internacional de Visitantes pela NRW KULTURsekretariat, na cidade de Düsseldorf na Alemanha; em Moçambique,  na delegação brasileira, FUNARTE BRASIL Conexões Internacionais, em 2023; na Bienal de Dança na África durante a 10ª edição do KINANI – Plataforma Internacional de Dança Contemporânea; além do programa FOCUS do Institut Français em Paris, em 2024. Todos contaram com a participação da idealizadora e diretora artística, Verusya Correia, para partilhar experiências, olhares e expertises a partir desse evento criado em pleno sul da Bahia. 

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