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Filmes sobre o estúdio WR e a primeira médica negra do Brasil são premiados no XX Panorama Coisa de Cinema

  • Audiovisual, Destaque 1-tela, Sub-Editoria Tela, Tela
  • 2025-04-10
  • Sem comentários
  • 4 minutos de leitura

Foto: Patrícia Almeida

Documentários de cineastas da Bahia resgatam marco da música e o pioneirismo da baiana Maria Odilia na medicina

Com emoções que transbordam da tela, o documentário WR Discos – Uma invenção Cultural, de Nuno Penna e Maira Cristina, venceu a categoria principal da Competitiva Baiana do XX Panorama Internacional Coisa de Cinema. Os filmes premiados no festival foram anunciados na noite de ontem (9) no Cine Glauber Rocha, no encerramento da programação iniciada no dia 2, em Salvador e Cachoeira. 

“Ao afirmar a potência do seu lugar e dos seus, e insistir, um estúdio de gravação em Salvador criou as condições para a invenção de uma música baiana que conquistou o mundo e deixou um legado inestimável para a cultura musical de todo um povo”, justificou o júri, afirmando que os diretores “reconstroem essa história desde dentro, dos bastidores”. 

Quem é essa mulher?, documentário de Mariana Jaspe que resgata a história da baiana que foi a primeira médica negra do Brasil, foi o longa baiano escolhido pelo Júri das Associações (Apan, APC e Autorais) e pelo voto popular em Cachoeira. “Pela direção precisa e inventiva que transforma uma investigação histórica em uma jornada cinematográfica de descobertas e revelações”, afirmou o júri. O filme ganhou ainda por melhor roteiro, escrito por Mariana Jaspe e Muriel Alves com a colaboração de Ricardo Gomes e Flávia Vieira. 

Curtas e prêmios

Entre os curtas da Competitiva Baiana, os destaques foram Ymburana (Mamirawá com a co-direção de Rômulo G. Pankararu e Maria K. Tucumã), escolhido pelo júri oficial; e Tigrezza (Vinicius Eliziário) vencedor da categoria pelo júri das associações e pelo voto popular em Cachoeira. 

WR Discos e Ymburana ganharão um prêmio em dinheiro concedido pelo Instituto Flávia Abubakir, no valor de R$ 50 mil e R$ 10 mil, respectivamente. Os demais vencedores escolhidos pelos júris oficiais das competitivas Nacional e Baiana ganham prêmios em serviços oferecidos pelas empresas Mistika, Naymovie, Griot e MD Filmes, além do troféu do Panorama Internacional Coisa de Cinema. 

Competitiva nacional

Um documentário sobre a tentativa de fazer um filme, “Mambembe”, de Fábio Meira, foi o longa vencedor da Competitiva Nacional. O júri oficial justificou a escolha “pela forma original em que usa o encadeamento de duas narrativas paralelas, transitando entre a ficção e o documentário com fluidez”. A produção goiana ganhou ainda o prêmio de melhor montagem para Affonso Uchôa, Fabio Meira e Juliano Castro. 

O trio do júri elegeu Como nasce um rio, de Luma Flôres, como melhor curta-metragem, “pela maneira lúdica que o filme aborda a sensualidade feminina com delicadeza e lirismo”. O filme também foi o escolhido pelo júri das associações.

O Panorama foi contemplado pelo edital Gregórios Ano IV com recursos financeiros da Fundação Gregório de Mattos – Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, Prefeitura de Salvador – e da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB) – Ministério da Cultura, Governo Federal. 

O festival conta com apoio institucional do Centro Cultural Banco do Brasil Salvador e  patrocínio do Instituto Flávia Abubakir e do Banco do Brasil, além de apoio financeiro do Governo do Estado, através do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura da Bahia. 

PREMIADOS DO XX PANORAMA

JÚRI OFICIAL

Competitiva Nacional 

Longa-metragem

  • Melhor Filme: Mambembe, de Fábio Meira
  • Melhor Direção: Milena Times por Ainda não é Amanhã
  • Melhor Roteiro: Bernard Lessa por O Deserto de Akin, de Bernard Lessa
  • Melhor Fotografia: Petrus Cariry por O Silêncio das Ostras, de Marcos Pimentel
  • Melhor atuação: Mayara Santos por Ainda não é Amanhã, de Milena Times
  • Melhor Montagem: Affonso Uchôa, Fabio Meira e Juliano Castro por Mambembe, de Fábio Meira
  • Melhor Direção de Arte: Juliana Lobo, por O Silêncio das Ostras, de Marcos Pimentel
  • Melhor Som: Marcos Lopes por A Queda do céu, de Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha

Curta-metragem

  • Melhor Filme: Como Nasce Um Rio, de Luma Flôres

Competitiva Baiana

  • Melhor longa: WR Discos – Uma invenção Cultural, de Nuno Penna e Maira Cristina
  • Melhor curta: Ymburana, de Mamirawá com a co-direção de Rômulo G. Pankararu e Maria K. Tucumã
  • Prêmio de Direção: DF Fiuza, por Palavra
  • Prêmio de Roteiro: Mariana Jaspe e Muriel Alves com a colaboração de Ricardo Gomes e Flávia Vieira, por Quem é Essa Mulher? De Mariana Jaspe
  • Prêmio de Fotografia: Gabriel Teixeira, por Na volta eu te encontro, de Urânia Munzanzu
  • Prêmio de atuação: Gilson Ferreira e Durval Braga, por Amor não cabe na sala, de Marcelo Matos de Oliveira e Wallace Nogueira
  • Prêmio de Montagem: Igor Caiê Amaral, por Catadoras, de Dayse Porto
  • Prêmio de Direção de Arte: Alice Braz, por Meu Pai e A Praia, de Marcos Alexandre
  • Prêmio de Som: Dudoo Caribe e Danilo Duarte, por Na volta eu te encontro, de Urânia Munzanzu

Competitiva Internacional

  • Melhor Longa: Caminhando no Escuro, de Kinshuk Surjan (ÍNDIA, BÉLGICA, NLD)
  • Melhor Curta: Sal Marinho, de Leila Basma (LÏBANO E QAT)

JÚRI JOVEM

Competitiva Nacional

  • Melhor Longa: Ainda não é Amanhã, de Milena Times
  • Melhor Curta: Vollúpya, de Éri Sarmet e Jocimar Dias Jr.

Competitiva Baiana

  • Melhor Longa: Catadoras, de Dayse Porto 
  • Melhor Curta: Bárbara, de Vilma Carla Martins 

PRÊMIO CANAL BRASIL

  • Melhor Curta: Fenda, de Lis Paim

JÚRI DAS ASSOCIAÇÕES (APAN, APC, AUTORAIS)

Competitiva Nacional

  • Melhor Longa:  O Silêncio das Ostras, de Marcos Pimentel
  • Melhor Curta: Como Nasce Um Rio, de Luma Flôres

Competitiva Baiana

  • Melhor Longa: Quem é essa mulher?, de Mariana Jaspe  
  • Melhor Curta: Tigrezza, de Vinicius Eliziário

JÚRI POPULAR CACHOEIRA

  • Melhor Longa Baiano: Quem é essa mulher?, de Mariana Jaspe 
  • Melhor Curta Baiano: Tigrezza, de Vinicius Eliziário

PRÊMIO IGUALE (PanLab de Montagem)

Ama Mba’é Taba Ama, montado por Maurizio Morelli e dirigido por Gal Solaris e Nádia Akawã Tupinambá, ganhou recurso de acessibilidade (legendagem descritiva ou Libras).

PRÊMIO ATELIER RURAL (PanLab de Montagem)

Ópera dos Sapos, montado por Daniel Correia e Higor Gomes, e dirigido por Ulisses Arthur Bomfim Macedo, ganhou uma semana de pós-produção, com hospedagem no local. 

PRÊMIO PARADISO MULTIPLICA (PanLab de Roteiro)

O longa Colmeias (Bruna Laboissière) e os curtas Dois reais e um sonho (Isadora Lis) e Pra quando ela chegar (Antonio Victor Simas) ganharam uma consultoria pela Rede Paradiso Multiplica de Talentos

PRÊMIO AEXIB (Seminário de Exibição)

O último azul, de Gabriel Mascaro, tem exibição garantida em pelo menos 40 salas de cinema. 

PRÊMIO PROJETO PARADISO

O silêncio das ostras, de Marcos Pimentel, ganhou R$ 10 mil para investimento em distribuição.

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