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Guache Marques comemora 50 Anos de Arte

  • Destaque 2-tela, Sub-Editoria Tela, Tela
  • 2025-04-02
  • Sem comentários
  • 2 minutos de leitura

O artista visual Guache Marques, um dos importantes artistas da sua geração nas artes visuais da Bahia celebra 50 anos de arte participando, da exposição itinerante “Fullgás – artes visuais e anos 1980 no Brasil”, com curadoria de Raphael Fonseca, ao lado de artistas baianos como Goya Lopes, Ayrson Heráclito, Bel Borba, Vauluizo Bezerra, Leonardo Celuque e Jaime Fygura. A mostra homenageia os vibrantes anos 80 no Brasil e reúne cerca de 300 obras de mais de 200 artistas consagrados de todas as regiões do país, passando pelos Centros Culturais Banco do Brasil do Rio de Janeiro, Brasília, São Paulo e Belo Horizonte.

Reconhecido por sua expressividade marcante e intensa pesquisa visual, Guache Marques tem uma trajetória que atravessa diversas linguagens e suportes artísticos desde os desenhos a pastel e nanquim do início de carreira na EBA/UFBA até as xilogravuras e litogravuras nas oficinas do MAM, pinturas e gravuras digitais atuais, alinhando-se assim às novas possibilidades técnicas da contemporaneidade.

Professor de xilogravura e litogravura nas Oficinas de Arte em Série do Museu de Arte Moderna da Bahia nos anos 80, sob a coordenação do mestre Juarez Paraíso, sua dedicação ao ensino e à difusão das artes plásticas influenciou gerações de artistas. Além disso, foi vencedor de alguns prêmios entre eles, o prêmio de aquisição do I Salão Universitário de Artes Visuais, concorrendo com vários artistas que hoje compõem a geração 70 nas artes visuais da Bahia e o Prêmio de Fomento às Artes concedido pela UNESCO, pelo conjunto da obra, com Sala Especial no Conjunto Cultural da Caixa em Salvador, consolidando sua importância no cenário artístico baiano.

Novos caminhos – Mas a inquietação criativa de um artista nunca cessa. Em meio às celebrações de suas cinco décadas de produção, Guache Marques tem explorado novos caminhos através da sua arte onde as culturas afro e indígena se entrelaçam propondo novas significações na sua obra através dos seus signos e símbolos.

Recentemente, inspirado pelo simbolismo dos peixes em diversas culturas africanas – onde representam fertilidade, abundância e espiritualidade – Guache desenvolveu a série que denominou de “Afrish”, – uma feliz junção de África e ‘fish’ (peixes) – numa releitura contemporânea e vibrante desses elementos, como sempre acontece quando se debruça sobre temas que já fazem parte da sua alma de artista e da sua pesquisa nas artes visuais. Revisitar suas formas, cores e texturas características permitiu-lhe expandir ainda mais sua expressão artística, dando vida a esses “simpáticos” e inéditos peixes/afros que podem ser impressos em vários suportes como canecas numeradas para colecionadores ou até mesmo em papel como gravura digital.

Com a exposição “Fullgás” percorrendo as principais capitais culturais do Brasil, a incorporação recente de uma pintura sua ao importante acervo do MAM – Museu de Arte Moderna da Bahia onde possui mais duas obras catalogadas e o lançamento dessa série, Guache Marques reafirma seu compromisso com a experimentação e a reinvenção artística. O legado de sua obra, marcado pela fusão entre tradição e inovação, segue inspirando e encantando novas gerações.

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