Ir para o conteúdo
  • Envelhescência
  • Ribalta
    • Música
    • Teatro
    • Circo
    • Dança
    • Agenda
  • Planeta
    • Saia de Casa
    • Natureza
    • Bichos
  • Palavras
    • Literatura
    • História e Patrimônio
    • Educação
    • Balbúrdia
  • Tela
    • Audiovisual
    • Artes Visuais
    • Decoração
  • Banquete
    • Comida
    • Bebida
  • Atitude
    • Beleza
    • Moda
    • Comportamento
  • Vitalidade
    • Saúde
    • Bem Estar
  • Envelhescência
  • Ribalta
    • Música
    • Teatro
    • Circo
    • Dança
    • Agenda
  • Planeta
    • Saia de Casa
    • Natureza
    • Bichos
  • Palavras
    • Literatura
    • História e Patrimônio
    • Educação
    • Balbúrdia
  • Tela
    • Audiovisual
    • Artes Visuais
    • Decoração
  • Banquete
    • Comida
    • Bebida
  • Atitude
    • Beleza
    • Moda
    • Comportamento
  • Vitalidade
    • Saúde
    • Bem Estar
Facebook Instagram

Hipertensão atinge 30% da população adulta. O que fazer para frear avanço?

  • Destaque 1-vitalidade, Saúde, Sub-Editoria Vitalidade, Vitalidade
  • 2024-11-15
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

Por Dr. Carlos Alberto, cardiologista com especialização em hipertensão arterial e Saúde Pública. Apoiador institucional da Atenção Básica na Secretaria Municipal da Saúde de Campos do Jordão

Em aproximadamente três décadas, o número de pessoas hipertensas dobrou para 1,2 bilhões² no mundo, atingindo 30% de toda população adulta¹. Apesar de grandiosos, os dados podem não parecer tão assustadores, já que o problema é familiar para muitas pessoas e clinicamente tratável, além de contar com uma série de políticas de atenção básica bem estabelecidas.

O que pouca gente sabe – e vale ressaltar – é que a hipertensão é a maior causa de mortes precoces no mundo e, também, um agente importante no aumento do risco de doenças cardiovasculares, como o infarto e o acidente vascular cerebral (AVC)¹. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, no mundo, mais de 7,5 milhões de pessoas morrem por hipertensão anualmente³. No mesmo intervalo, no Brasil, segundo o Ministério da Saúde, a doença mata 300 mil brasileiros4.

Agora, você deve estar se perguntando como uma condição relativamente comum é capaz de fazer tantas vítimas. E a resposta está no modo silencioso pelo qual a hipertensão se manifesta: quando muito alta, a pressão sanguínea pode causar sintomas como dores de cabeça, no peito, tontura, náusea, entre outros, mas, na maioria das vezes, o problema se apresenta de forma assintomática, sem dar sinal algum. Desta forma, quase metade dos hipertensos (46%) não são diagnosticados, correndo riscos graves de saúde5.

Quando não tratada, a hipertensão pode causar um impacto negativo significativo na qualidade de vida das pessoas, limitando atividades físicas cotidianas e afetando o bem-estar emocional. Para evitar esta condição, é preciso estar atento aos fatores de risco genéticos, como histórico familiar de doenças cardiovasculares, e aos hábitos de vida, como a prática regular de atividades físicas e a adoção de uma dieta balanceada. Uma vez diagnosticado com a hipertensão arterial, o acompanhamento médico e a adesão ao tratamento prescrito pelos profissionais de saúde são fundamentais.

No âmbito social, para combatermos esta epidemia silenciosa, é preciso que invistamos em soluções multisetoriais, entre agentes públicos e privados, promovendo a conscientização sobre a doença; incentivando a rotina de consultas médicas para melhorarmos as taxas de detecção precoce; investindo em pesquisa e desenvolvimento para promoção de tratamentos cada vez mais personalizados e adequados às rotinas dos pacientes; e definindo planos de ações e metas específicos para a hipertensão arterial, como fez a Organização Mundial da Saúde, que pretende reduzir em 25% a prevalência de hipertensos até 2025, em relação ao nível de 20106.

Não podemos nos apoiar na suposta popularidade da hipertensão para tratar o assunto com trivialidade. A hipertensão é uma condição grave, que exige discussão, informação, diagnóstico e tratamento responsáveis e contínuos. Vamos elevar este debate para caminharmos, juntos, por uma sociedade mais saudável.

Referências bibliográficas:

1.    Mills KT, Stefanescu A, He J. The global epidemiology of hypertension. Nat Rev Nephrol. 2020 Apr;16(4):223-

237.  doi:  10.1038/s41581-019-0244-2.    Epub  2020  Feb   5.    Disponível  em:

<https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC7998524/> Acesso em 22 maio 2023.

2.    OPAS. Organização Pan-Americana de Saúde. Mundo tem mais de 700 milhões de pessoas com hipertensão não tratada. Disponível em: <https://www.paho.org/pt/noticias/25-8-2021-mundo-tem-mais-700-milhoes-pessoas-com- hipertensao-nao-tratada> Acesso em 19 maio 2023.

3.    WHO.   World   Health   Organization.   Blood   pressure/hypertension.   Disponível   em:

<https://www.who.int/data/gho/indicator-metadata-registry/imr-details/3155> Acesso em 19 maio 2023.

4.    UFPEL. Universidade Federal de Pelotas. Hipertensão arterial: doença silenciosa. Disponível em: < https://ccs2.ufpel.edu.br/wp/2022/05/17/hipertensao-arterial-doenca- silenciosa/#:~:text=De%20acordo%20com%20os%20dados,milh%C3%B5es%20de%20indiv%C3%ADduos%2C

%20t%C3%AAm%20hipertens%C3%A3o.> Acesso em 22 maio 2023

5.    WHO. World Health Organization. Hypertension. Disponível em: <https://www.who.int/news-room/fact- sheets/detail/hypertension> Acesso em 22 maio 2023

6.    WHO. World Health Organization. Prevalence of Raised Blood Pressure. Disponível em: < https://www.paho.org/en/enlace/prevalence-raised-blood- pressure#:~:text=Reduce%20the%20prevalence%20of%20raised,of%20Noncommunicable%20Diseases%202013

%2D2020.> Acesso em 22 maio 2023


Relacionado

Gostou do conteúdo?
Compartilhe:

PrevAnteriorSalvador Bahia Airport recebe reconhecimento internacional de sustentabilidade
PróximoBarbatuques lança livros de música com jogos e brincadeirasNext
Picture of Iven

Iven

Postagens Recentes

Confira programação do Brincalá na Varanda última semana de agosto

26 de agosto de 2026

Festival de Jazz do Capão reúne encontros musicais inéditos em sua 13ª edição

26 de agosto de 2026

Conheça 5 sinais de que sua rotina está fazendo mal à sua saúde mental e o que fazer

26 de agosto de 2026

30 anos depois, livro de Elsimar Coutinho permanece atual no debate sobre a saúde da mulher

26 de agosto de 2026
Ver mais

Jornalista que gosta muito do que faz e que quer dar espaço para quem quer mudar o mundo para melhor.

Icon-facebook Instagram

Postagens Recentes

Confira programação do Brincalá na Varanda última semana de agosto

Festival de Jazz do Capão reúne encontros musicais inéditos em sua 13ª edição

Conheça 5 sinais de que sua rotina está fazendo mal à sua saúde mental e o que fazer

Conheça Doris e Equipe

Copyright © 2023. Todos os direitos reservados.

  • Política e Privacidade
  • Contato
  • Anuncie aqui