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Alerta! Infecções vaginais podem causar complicações graves se não tratadas

  • Destaque 1-vitalidade, Saúde, Sub-Editoria Vitalidade, Vitalidade
  • 2024-09-20
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

Especialista alerta para os riscos de infertilidade e dores pélvicas, além da importância de uma higiene íntima adequada para prevenir o problema

De acordo com a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia – FEBRASGO, infecções vaginais estão entre as queixas mais comuns em consultórios ginecológicos. Os principais sintomas relatados pelas pacientes incluem corrimento, irritação, coceira e ardência.

A ginecologista da Clínica Terra Cardial, Dra. Márcia Cardial, explica que, a longo prazo, infecções vaginais recorrentes podem se espalhar e afetar órgãos como o útero e as trompas, podendo evoluir para inflamações graves. “Se não tratada de forma correta, essas inflamações podem resultar em infertilidade e dor pélvica, além de propiciar a permanência de alguns outros agentes infecciosos no local, incluindo o HPV”, alerta a especialista.

Infecções mais comuns

As infecções vaginais mais comuns incluem  a Vaginose Bacteriana, que ocorre devido ao desequilíbrio das bactérias naturais da região íntima;  a Candidíase, causada pelo crescimento excessivo de fungos como a Candida; e a Tricomoníase, uma infecção provocada pelo parasita Trichomonas vaginalis.

Dra. Márcia destaca que cada tipo de infecção apresenta características próprias, e o tratamento varia conforme o diagnóstico. O diagnóstico correto é fundamental e se faz por meio da consulta médica, exame clínico e laboratorial, sendo impossível diagnosticar sem exames.

“Na Candidíase, o corrimento é branco e com aspecto semelhante a nata de leite, porém o exame clínico e o Gram em geral fecham o diagnóstico . Já na Tricomoníase, o corrimento é amarelado e lembra pus e mostra o protozoário no exame a fresco . Na Vaginose Bacteriana, o corrimento é branco ou acinzentado, geralmente em pequena quantidade, mas com um odor forte e mostra uma falta de Lactobacilos que são a resistência vaginal”, explica.

A médica também alerta para a importância da higiene íntima adequada, pois a falta de cuidados pode aumentar o risco de contaminação por bactérias do intestino, elevando as chances de infecções vaginais. Já o excesso de limpeza com produtos antibacterianos por exemplo, pode remover a resistência natural, favorecendo a Vaginose Bacteriana .

A higiene inadequada pode levar a odores desagradáveis e desconforto. Outro fator que pode causar odor genital é a transpiração excessiva: a região vulvar possui glândulas que produzem suor e gordura, favorecendo a proliferação bacteriana.

Para evitar problemas, o ideal é lavar a vulva com água ou com um sabonete com pH adequado à sua fase de vida, sem produtos alergênicos, já que o pH natural da vagina é ácido. A ginecologista ressalta que sabonetes perfumados não devem ser utilizados, pois podem irritar a região e causar Vulvite Alérgica.

Diagnóstico e tratamento

Um diagnóstico correto e o tratamento adequado são fundamentais para evitar complicações mais sérias. “Ao notar qualquer sintoma de infecção vaginal, como corrimento anormal, odor, coceira ou ardência, é importante buscar orientação médica”, afirma a especialista.

Dra. Márcia destaca ainda que o tratamento para infecções vaginais varia de acordo com o tipo e intensidade da infecção. “O tratamento pode ser por meio de cremes, antifúngico, antibióticos e antialérgicos . Mas a informação mais importante é que o tratamento seja orientado por seu médico , e que em alguns casos o parceiro também seja incluído no tratamento dessas infecções”, encerra a especialista.

Dra. Marcia Fuzaro Terra Cardial

Graduada em Medicina pela Faculdade de Medicina do ABC (1986), Doutora e Mestre em Medicina (área de concentração em tocoginecologia) pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Atualmente, Dra. Marcia é professora associada da Faculdade de Medicina do ABC, Chefe do setor de PTGI e colposcopia, membro da CNE FEBRASGO de PTGI, membro da FEBRASGO, membro da Sociedade Brasileira de Laser e Presidente da ABPTGIC – Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia.

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