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Marcelo Tas entrevista o secretário nacional dos Direitos da Pessoa Idosa

  • Destaque 2-envelhescência, Envelhescência, Sub-Editoria Envelhescência
  • 2024-04-15
  • Sem comentários
  • 2 minutos de leitura

Foto: Beatriz Oliveira

Temas como longevidade e exclusão social entram em pauta na conversa, nesta terça (16), na TV Cultura

Nesta terça-feira (16/4), Marcelo Tas recebe Alexandre da Silva, secretário nacional dos Direitos da Pessoa Idosa do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania. No Provoca, o especialista em envelhecimento aborda questões como a exclusão social das pessoas idosas, o alto índice de analfabetismo nesta faixa etária e as questões psicológicas por trás de comportamentos típicos. O programa vai ao ar a partir das 22h, na TV Cultura.

De acordo com o Indicador de Analfabetismo Funcional (Inaf), cerca de 60% dos idosos brasileiros são analfabetos ou tem baixa escolaridade. Alexandre fala sobre o impacto dessa realidade em um mundo, majoritariamente, digital: “Pensando em um mundo digital, é necessário pensar não só na inclusão digital da pessoa idosa, mas em um bom letramento. E, ao mesmo tempo, a gente quer garantir o mínimo de quem fala ‘tá bom, mas eu não quero, quero ainda agência, papel, quero informação simples’. Às vezes a pessoa liga para um serviço e fala: “não é que eu não estou ouvindo, é que eu não estou entendendo’.”

“Acho que um ponto […] eu queria que acontecesse aqui com todas as pessoas de 60 anos ou mais, e aquelas de grupos que ainda enfrentam muitas barreiras, […] é o propósito de vida. […] Quando você acorda hoje, você tem um propósito de vida, eu tenho um; ele pode ser atualizado, ele pode ser repensado, mas (sem ele) é como uma morte social de “eu não sirvo para mais nada, não tenho mais nada para fazer”.

Alexandre fala também sobre o processo de feminilização do envelhecimento, em que uma grande parte dos idosos são mulheres. “Mas a pergunta é: o que está acontecendo para os homens não chegarem nas idades mais avançadas? Não é um fator biológico ou genético, […] é perder esse papel social. […] É quando ele deixa de ser o provedor, quando ele passa a não ganhar o que ele gostaria ou que ele precisaria na perspectiva de garantia material da família. Ele se sente menos ele, se sente rebaixado.”

O secretário traz, ainda, a questão da diferença de longevidade de diferentes classes socioeconômicas. “Para uma pessoa travesti, hoje, envelhecer, para ela é chegar aos 35 ou 40 anos. Veja só, para um homem preto é, talvez, 50 anos, um pouquinho mais; e às vezes para uma outra pessoa, socioeconomicamente mais privilegiada, é chegar aos 80 anos com os seus companheiros e companheiras.”

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