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Medicamentos para emagrecer podem causar queda de cabelo, alerta especialista

  • Destaque 2-vitalidade, Saúde, Sub-Editoria Vitalidade, Vitalidade
  • 2025-05-06
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

Segundo a dermatologista, houve um aumento de cerca de 25% na procura por avaliação de queda capilar em seu consultório

O uso crescente de medicamentos para emagrecimento tem chamado atenção não apenas pelos resultados rápidos na balança, mas também pelos efeitos colaterais que começam a surgir nos consultórios médicos. Entre eles, destaca-se a queda de cabelo, um problema que, segundo a dermatologista Dra. Laura Andrade, médica na Clínica Skincare e comissão científica da Sociedade Brasileira de Dermatologia-BA, tem levado cada vez mais pacientes a buscar orientação especializada.

De acordo com a especialista, desde que os chamados agonistas do hormônio GLP-1, conhecidos popularmente como “canetas de emagrecimento”, ganharam popularidade, houve um aumento de cerca de 25% na procura por avaliação de queda capilar em seu consultório. “Muitas vezes, os pacientes perdem peso muito rapidamente e dificilmente associam o início da medicação à queda de cabelo, mas essa relação é bem estabelecida na literatura médica. Trata-se de um quadro clássico de eflúvio telógeno agudo, que ocorre após um estresse metabólico intenso, como dietas muito restritivas ou emagrecimento acelerado”, explica a Dra. Laura.

O fenômeno, segundo ela, é fisiológico e já foi observado em outras situações, como pós-parto, pós-cirúrgico ou em períodos de privação alimentar. Quando o corpo percebe uma redução drástica de energia, ele prioriza funções vitais e coloca em repouso estruturas consideradas menos essenciais, como os cabelos. “O padrão mais comum é a queda difusa, em que o paciente percebe uma perda de densidade dos fios em todo o couro cabeludo, sem áreas totalmente calvas, mas com o cabelo visivelmente mais ralo e entradas”, detalha a dermatologista.

Embora os estudos clínicos que aprovaram esses medicamentos relatem a queda de cabelo como efeito colateral em cerca de 3% dos casos, Dra. Laura observa que, na prática, esse número é bem maior. “Estimo que entre 30% e 40% dos novos pacientes com queixa de queda capilar possam ter como gatilho o uso dessas medicações. O risco aumenta em pessoas com doenças de base, como alopecia androgenética, ou que fazem uso concomitante de reposição hormonal”, alerta.

A médica esclarece que a queda de cabelo não está relacionada diretamente à ação farmacológica do medicamento, mas sim à rápida perda de peso e às deficiências nutricionais associadas ao processo. “As células da matriz dos bulbos capilares é uma das estruturas mais metabolicamente ativas do corpo e, diante da privação energética, são uma das primeiras a sofrer. O organismo entende que, para sobreviver, precisa economizar energia e interromper temporariamente a produção de novos fios”, afirma.

Atenção!

Para quem pretende iniciar o tratamento com esses medicamentos, Dra. Laura recomenda uma avaliação dermatológica prévia, especialmente para identificar doenças de base que possam agravar o quadro. O acompanhamento nutricional também é fundamental, evitando restrições alimentares severas e períodos prolongados de jejum. “É importante monitorar sinais de alerta, como queda de cabelo volumosa, dor ou ardência no couro cabeludo, e histórico familiar de calvície. Caso esses sintomas apareçam, o ideal é procurar um dermatologista o quanto antes”, orienta.

A boa notícia é que, na maioria dos casos, a queda de cabelo é reversível após a estabilização do peso e a correção das deficiências nutricionais. O processo de recuperação pode levar de nove meses a um ano, especialmente em pessoas com cabelos longos. No entanto, pacientes com predisposição genética podem não recuperar totalmente a densidade capilar anterior ao uso do medicamento.

Dra. Laura Andrade reforça que o uso dessas medicações deve ser sempre feito sob prescrição e acompanhamento médico. “A automedicação é perigosa e pode trazer consequências graves não só para a saúde capilar, mas para o organismo como um todo. O emagrecimento saudável deve ser gradual e multidisciplinar, priorizando sempre o bem-estar global do paciente”, conclui.

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