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Menopausa altera elasticidade da pele e impõe novos rituais de beleza

  • Destaque 2-envelhescência, Envelhescência, Sub-Editoria Envelhescência
  • 2025-07-07
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

Hormônios em queda provocam ressecamento intenso e sensibilidade elevada forçando ajustes urgentes no skincare

A menopausa traz transformações profundas no organismo feminino e a pele não passa ilesa por essa mudança. A queda dos níveis de estrogênio afeta diretamente a produção de colágeno e a retenção de água, resultando em alterações visíveis como perda de elasticidade, surgimento de rugas mais marcadas e sensação constante de ressecamento, mesmo em peles antes oleosas.

A dermatologista Mayla Carbone, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, explica que, além da perda de densidade e viço, a pele também tende a se tornar mais fina e reativa. “Cremes com ativos como ácido hialurônico, niacinamida e peptídeos podem ajudar a manter a hidratação e estimular a renovação celular. A ingestão de água, o uso constante de protetor solar e a escolha de produtos com formulações suaves também são essenciais nesse período”, alerta.

Segundo a especialista, é muito comum que mulheres na menopausa sintam que seus produtos habituais deixam de funcionar. “Isso acontece porque a pele passa por uma transição fisiológica e o skincare precisa ser ajustado para acompanhar esse novo momento, priorizando texturas mais densas, ativos firmadores e componentes calmantes que devolvam conforto e luminosidade” afirma.

Famosas como Naomi Watts e Claudia Raia têm usado suas redes sociais e seu destaque na mídia para falar abertamente sobre os efeitos da menopausa e a importância de abordar o autocuidado com mais naturalidade, pois além das alterações visuais, muitas mulheres relatam mudanças na autoestima e na forma como se relacionam com o próprio corpo, especialmente após os 45 anos.

“O olhar para a pele na menopausa deve ser mais gentil e individualizado. Cada organismo reage de um jeito, então o acompanhamento com um dermatologista ajuda a criar rotinas realistas e eficazes. O foco não está em reverter o tempo, mas em preservar a saúde cutânea e resgatar o bem-estar através de escolhas consistentes” orienta a médica.

Outro cuidado relevante é com a região do pescoço e colo, que tende a perder firmeza com maior rapidez. Os mesmos ativos hidratantes e antioxidantes utilizados no rosto devem ser estendidos a essas áreas. Limpeza suave, massagem com cremes e proteção solar diária ajudam a manter o tônus e prevenir sinais de flacidez precoce.

“Pele madura não é sinônimo de pele sem vida. Com os estímulos certos, é possível manter a textura uniforme e o toque macio. O segredo está na disciplina diária e na escolha de produtos que respeitem a nova sensibilidade. Pequenos ajustes fazem toda a diferença quando inseridos com constância e propósito” ressalta a dermatologista.

Mais do que cremes e séruns, fatores como alimentação equilibrada, sono de qualidade e controle do estresse impactam diretamente a saúde cutânea durante essa fase. Informação e cuidados direcionados permitem enfrentar a menopausa com mais conforto, confiança e vitalidade. “Envelhecer com beleza é uma jornada que começa com acolhimento. A menopausa não precisa ser vivida como uma ruptura com a feminilidade, mas sim como uma nova fase com outras possibilidades. Cuidar da pele é uma forma de manter o vínculo com a autoestima e de seguir se reconhecendo no espelho com carinho” finaliza a médica.

Sobre a especialista:

Dermatologista Mayla Carbone é graduada em Medicina pela Universidade Lusíadas (UNILUS – Santos) há mais de 10 anos com residência em Clínica Médica na Santa Casa em São Paulo e em Dermatologia pela Universidade de Santo Amaro (UNISA-SP). É membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e também da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD). Já participou de diversos congressos e realizou diversos cursos nacionais e internacionais voltados para especialização. 

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