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“Minha Terra Estrangeira” é selecionado para o IDFA, principal festival de documentários do mundo

  • Audiovisual, Destaque 2-tela, Sub-Editoria Tela, Tela
  • 2025-10-19
  • Sem comentários
  • 4 minutos de leitura

Crédito: Divulgação/VideoFilmes

Documentário dirigido pelo coletivo Lakapoy, Louise Botkay e João Moreira Salles terá sua estreia internacional na mostra Frontline  

O documentário “Minha Terra Estrangeira”, dirigido por João Moreira Salles, Louise Botkay e pelo coletivo Lakapoy, foi oficialmente selecionado para o IDFA 2025 (International Documentary Film Festival Amsterdam), um dos festivais de documentários mais prestigiados do mundo. O filme terá sua estreia internacional na mostra Frontline, que exibe filmes que refletem de forma crítica sobre eventos políticos e realidades sociopolíticas contemporâneas urgentes do nosso tempo. Produzido pela VideoFilmes, o documentário acompanha Almir Suruí, um líder indígena candidato a deputado federal por Rondônia, e sua filha Txai Suruí, uma jovem ativista ambiental, durante os 40 dias que antecederam as eleições de 2022.  

O coletivo Lakapoy, formado por cineastas indígenas Paiter Suruí e profissionais não indígenas, se juntou à cineasta Louise Botkay para registrar o dia a dia de Almir Suruí, enquanto, paralelamente, o diretor João Moreira Salles acompanhou a trajetória de Txai Suruí. O resultado revela o encontro de duas perspectivas distintas, abordando questões profundas sobre quem tem o direito de representar, como essa representação deve ocorrer e, principalmente, qual cronologia histórica deve ser respeitada: a indígena ou a ocidental.  

FICHA TÉCNICA

Direção: Coletivo Lakapoy (Ubiratan Gamalodtaba Suruí, Xener Paiter Suruí, Christyann Ritse, Gisabel Borba Leite), Louise Botkay e João Moreira Salles 

Montagem: Laís Lifschitz, Eduardo Escorel, João Moreira Salles  

Direção de Fotografia: Louise Botkay, João Faissal   

Som Direto: Chico Bororo, Daniel Martins, Francisco Latorre   

Música Original: Pedro Leal David  

Edição de Som e Mixagem: Denilson Campos | Solo Audio Estúdio  

Animação: Lívia Serri Francoio  

Design Gráfico: Claudia Warrak  

Produtores Executivos: Txai Suruí, Camila Leal Ferreira, Gabriel Uchida  

Produzido por Maria Carlota Bruno, João Moreira Salles e com Txai Suruí e Almir Suruí  

SINOPSE

Para muitos brasileiros, as eleições de 2022 representaram a escolha entre democracia e autoritarismo. Para os povos indígenas da Amazônia, porém, significaram mais do que isso. A floresta, lar de todos eles, estava sob ataque do governo, de modo que a reeleição do incumbente punha em questão a própria possibilidade de haver futuro.  

O filme acompanha dois personagens, pai e filha, durante os 40 dias que antecederam o sufrágio. O pai, Almir Suruí, líder indígena candidato a deputado federal por Rondônia, um dos estados mais pró-Bolsonaro do país; a filha, Txai Suruí, jovem ativista ambiental que dedica sua vida à luta pela floresta.  

Minha Terra Estrangeira é uma colaboração entre o coletivo Lakapoy, de Rondônia, e João Moreira Salles. O coletivo, formado por cineastas indígenas Paiter Suruí e não indígenas — ao qual se soma a realizadora Louise Botkay —, ocupa-se do pai, enquanto Moreira Salles filma a filha. O resultado preserva essas duas perspectivas, bem como o contraste entre elas. Em paralelo com os acontecimentos da campanha eleitoral, outros temas se destacam: quem representa, como representa e, crucialmente, qual noção de tempo a cronologia da história deve respeitar — a do indígena ou a do branco?  

Ubiratan Suruí | Coletivo Lakapoy | Direção

Indígena Paiter Suruí da Terra Indígena Sete de Setembro, em Rondônia. Tornou-se o primeiro fotógrafo profissional de seu povo e é um dos criadores do Coletivo Lakapoy. O coletivo busca resgatar e preservar os conhecimentos ancestrais e culturais do povo Paiter Suruí, além de registrar os movimentos de resistência dos povos indígenas por meio do audiovisual.  

Xener Paiter Surui | Coletivo Lakapoy | Direção

Comunicador indigena na associação Metareila do povo paiter surui desde 2008, um dos fundadores do Coletivo Lakapoy, webdesign, produtor. Bacharel em engenharia ambiental e atualmente coordenador de turismo, fundador da aêência de turismo indígena paiter surui.  

Christyann Ritse | Coletivo Lakapoy | Direção

Fotógrafo, produtor e animador. Com ampla trajetória no audiovisual, trabalhou em documentários, curtas e longas-metragens em diversas regiões da América Latina. Membro do Coletivo Lakapoy desde sua fundação. Mediou o projeto Inventar com a Diferença – Cinema, Educação e Direitos Humanos (UFF, 2014) em escolas públicas de Porto Velho/RO. Em 2016, recebeu menção honrosa na 13ª FestCineAmazônia por dirigir filmes das oficinas Animando Amazônia.  

Gisabel Borba Leite | Coletivo Lakapoy | Direção

Produtora, animadora e artista plástica, membro do Coletivo Lakapoy, e atualmente cursa Bacharelado em Artes Visuais na Uninter. Representando a Amazônia, ela transita entre o audiovisual e as artes plásticas, explorando materiais não convencionais e técnicas experimentais. Sua pesquisa une cinema experimental, animação, roteiro e design de personagens para criar narrativas visuais autênticas e expressivas.  

Louise Botkay| Direção

Louise Botkay, artista visual e cineasta. Formou-se em direção de fotografia pela École Nationale Supérieure des Métiers de l’Image et du Son, La Fémis, em 2006. Realiza fotos e filmes usando câmeras de telefone celular, de vídeo e filmes em super¬8, 16 e 35 milímetros, revelados artesanalmente pela própria artista. Seus filmes foram realizados em países como Haiti, Congo, Níger, Chade, Holanda, França e Brasil, e abordam um olhar para a fusão cultural no contexto pós-colonial. Seu filme VertièresI II III foi eleito um dos dez melhores filmes de 2015 pela revista Artforum na seleção da curadora e teórica Nicole Brenez. Teve sessões retrospectivas pelo festival internacional de Oberhausen 2018, festival Semana dos Realizadores 2016, e festival Cachoeira doc 2016. Teve trabalhos selecionados e premiados em festivais e exposições como no Tokyo Photographic Art Museum, Yerba Buena Center for the Arts,  Museu de Arte Moderna RJ, Videobrasil, festival int. de Oberhausen, Fid de Marseille, Rencontres Paris Berlin, Festival Semana, Mostra de Tiradentes, Festival Int. Kinofirum, Festival Cachoeira doc, Janela Int. de Recife, CurtaCinema entre outros. Vive no Rio de Janeiro.  

João Moreira Salles

João Moreira Salles é um documentarista brasileiro e cofundador da VideoFilmes, uma produtora independente, criada em parceria com seu irmão, Walter Salles, em 1985. Moreira Salles dirigiu filmes aclamados como “Notícias de uma Guerra Particular” (1999), “Entreatos” (2004), “Santiago” (2007) e “No Intenso Agora” (2017). A partir de 1999, produziu todos os filmes de Eduardo Coutinho, consolidando seu legado como uma figura-chave no cinema documental brasileiro. Em 2006, fundou a Revista Piauí, onde atua como editor.  

Seu trabalho foi apresentado em festivais de prestígio, incluindo o Festival Internacional de Cinema de Berlim, DocLisboa, IDFA, Festival de Cinema de Tribeca, BAFICI e É Tudo Verdade. Seus filmes receberam diversos prêmios, como o de Melhor Documentário, no Cinéma du Réel, Havana e Miami Film Festival, bem como duas indicações ao Emmy.  

Em 2019, João passou seis meses documentando a Amazônia, o que resultou em uma série de artigos longos publicados entre 2020 e 2021, lançando luz sobre a ocupação da floresta tropical.  

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