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“Nossas Memórias”, projeto da Fundação Pedro Calmon, valoriza acervos privados da Bahia

  • Destaque 2-palavras, Literatura, Palavras, Sub-Editoria Palavras
  • 2025-08-21
  • Sem comentários
  • 2 minutos de leitura

FOTO: Danillo Costa / ASCOM FPC

A Fundação Pedro Calmon (FPC), vinculada à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (Secult-BA), por meio do Centro de Memória da Bahia, desenvolve o projeto Nossas Memórias, uma iniciativa que tem como missão identificar, mapear e cadastrar acervos privados de interesse público. O trabalho busca preservar documentos, registros e coleções mantidos por famílias, associações e instituições locais que guardam parte fundamental da história e da identidade baiana. Os interessados em participar do projeto devem se cadastrar por meio do formulário disponível no site da Rede FPC | Fundação Pedro Calmon, até o dia 31 de agosto.

Mais do que um levantamento técnico, o projeto atua em duas frentes principais: cadastrar acervos privados de interesse público e a realização de mesas-redondas com os detentores dos acervos, realizando assim uma sensibilização com os detentores sobre a relevância da preservação dos seus acervos, construindo um banco de dados acessível, que contribua para pesquisas, políticas públicas e a democratização do acesso à memória. Ao mesmo tempo em que o projeto realiza mesas-redondas com esses detentores nos seus respectivos territórios, criando um espaço de valorização e da história e memória local.

Em 2025, o “Nossas Memórias” em conjunto com as ações do Bahia: Memórias de Lutas e Liberdade, outra ação da Fundação Pedro Calmon, percorreu escolas estaduais com mesas-redondas, aulas públicas e apresentações culturais. Nesta edição, a programação alcançou 20 municípios, aproximando comunidades de suas próprias histórias e ampliando a reflexão sobre identidade local e a Independência do Brasil na Bahia.

Segundo Walter Silva, diretor do Centro de Memória da Bahia, o projeto fortalece a ideia de que a memória não está apenas nos arquivos oficiais. “Ao reconhecer a potência dos acervos privados como parte do patrimônio coletivo, o Nossas Memórias descentraliza e amplia o acesso à história. É nesse encontro entre território, comunidade e documentos que reforçamos a identidade baiana”, destaca.

O projeto faz parte das iniciativas da Rede FPC, que foi lançada em 14 de julho de 2025 com a participação de 627 inscritos, representando os 417 municípios baianos. O lançamento contou com transmissão ao vivo na Sala Mestres e Mestras da Palavra, inaugurada em 25 de julho, que já se consolidou como espaço de diálogo e difusão de saberes.

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