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Nova pirâmide alimentar: EUA reformulam suas diretrizes com foco nas proteínas

  • Banquete, Bebida, Destaque 1-banquete, Sub-Editoria Banquete
  • 2026-01-23
  • Sem comentários
  • 2 minutos de leitura

Imagem: Herbalife Divulgação

A proposta também reduz carboidratos refinados e reavalia o papel das gorduras na alimentação diária

Os Estados Unidos anunciaram recentemente uma reformulação profunda de suas diretrizes alimentares para o período de 2025 a 2030. A nova abordagem inclui a retomada do conceito da pirâmide alimentar, com uma estrutura e uma filosofia diferentes daquelas que orientaram a nutrição nas últimas décadas. 

O modelo apresentado é uma pirâmide invertida, na qual os alimentos posicionados na parte superior — a área mais larga do triângulo — devem ser consumidos em maior quantidade, enquanto os da base passam a ser limitados. Trata-se de uma inversão do modelo clássico de 1992, que colocava os grãos e os carboidratos como base da alimentação diária e que agora passa a priorizar a ingestão de proteínas. 

As novas diretrizes passam a mencionar faixas mais elevadas de consumo proteico, entre 1,2 e 1,6 g de proteína por quilo de peso corporal ao dia, valorizando fontes animais como carnes, ovos, aves, peixes e proteínas do leite, além de opções vegetais, incluindo as leguminosas, como a soja. “Trata-se de um reconhecimento oficial do papel central da proteína na manutenção da massa muscular, da saúde metabólica e do envelhecimento saudável”, destaca o médico nutrólogo Nataniel Viuniski, membro do Conselho Consultivo de Nutrição da Herbalife. 

Já os carboidratos refinados e os amidos, que antes ocupavam a base da alimentação, passam a ter um espaço reduzido. 

Outro ponto relevante é o fim da chamada “guerra contra as gorduras”. Laticínios integrais e gorduras naturais — como azeite de oliva e abacate — deixam de ser vilões. As gorduras saturadas, por décadas tratadas de forma simplista como prejudiciais, passam a ser avaliadas dentro do contexto do alimento e do padrão alimentar como um todo, desde que respeitados os limites recomendados, que seguem em torno de 10% da ingestão calórica total. 

O açúcar adicionado passa a ser fortemente restringido, especialmente para crianças pequenas, com limites bastante reduzidos também para adultos. Dietas de menor carga glicêmica são citadas como estratégia válida para pessoas com obesidade, diabetes tipo 2 e outras doenças metabólicas. 

Embora ainda seja alvo de debate, segundo Viuniski, muitas das mudanças nas novas diretrizes fazem sentido, por estarem baseadas em evidências. “A literatura científica atual respalda o aumento do consumo de proteínas e fibras, a redução dos carboidratos simples e a reavaliação do papel das gorduras naturais, especialmente quando se fala em prevenção da obesidade, do diabetes tipo 2, da sarcopenia e do declínio funcional”, explica o nutrólogo. 

Dessa forma, a nova pirâmide alimentar introduz uma abordagem atualizada da nutrição, buscando orientar a população na construção de hábitos mais saudáveis, facilitar escolhas alimentares mais conscientes e apoiar a seleção de alimentos adequados para o dia a dia. 

No Brasil, diversas indústrias de alimentos já vêm se alinhando a essa nova proposta, oferecendo produtos com maior quantidade de proteínas — desde leite, iogurte e até gelatos, como o Protein Ice Cream da Herbalife, uma versão reformulada do sorvete tradicional, com 25% menos calorias, 11 g de proteína por porção, 90% menos açúcar adicionado, 42% menos gordura e ainda 12 g de fibra alimentar — unindo prazer, funcionalidade e melhor perfil nutricional.

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