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O que Emily em Paris revela sobre o desejo contemporâneo de moda, luxo e identidade

  • Atitude, Destaque 1-atitude, Moda, Sub-Editoria Atitude
  • 2026-01-02
  • Sem comentários
  • 2 minutos de leitura

Foto: Divulgação/Netflix

O retorno de Emily em Paris marca um novo capítulo na relação entre moda, narrativa e comportamento. Na quinta temporada, a mudança de cenário acompanha um amadurecimento evidente da personagem principal. Após anos em Paris, Emily amplia sua vivência europeia e passa a circular por cidades italianas, como Veneza e Roma, movimento que se reflete diretamente no figurino. A moda segue ousada e expressiva, mas agora com uma leitura mais refinada, onde silhuetas, tecidos e cores dialogam com referências clássicas do cinema e da moda europeia.

A estética da nova temporada revela um equilíbrio entre presença visual e sofisticação. Alfaiataria bem construída, tecidos imponentes e escolhas cromáticas mais conscientes aparecem como sinais de uma moda que evolui junto com a personagem. As produções continuam marcantes, mas ganham camadas de elegância atemporal, reforçando o valor do vestir como linguagem cultural.

Referências ao cinema italiano dos anos 1950, ao preto e branco clássico, as estampas e padronagens clássicas como os póas, se unem ao estilo que remete a ícones femininos como Sophia Loren e Claudia Cardinale, surgindo de forma sutil na construção dos looks. Há também ecos da estética francesa de Saint-Germain-des-Prés, onde moda, arte e comportamento sempre caminharam juntos. Essa combinação cria uma narrativa visual que conecta passado e presente, tradição e modernidade, traduzindo um luxo menos literal e mais simbólico.

O sucesso da série reforça um movimento já perceptível no consumo de moda: cresce o interesse por peças que comunicam identidade. O luxo é menos silencioso ao se aproximar dos excessos visuais, bem calculados, criando diálogos com emoção, personalidade e história. Tecidos, cores e modelagens deixam de ser escolhas puramente estéticas e passam a acompanhar diferentes momentos da rotina, equilibrando impacto visual e conforto.

Essa leitura dos movimentos culturais globais é essencial para marcas que interpretam a moda como reflexo do comportamento contemporâneo. Para Ana Paula Aguiar, diretora criativa da Deep, o interesse crescente por referências como as usadas na séries, evidencia o papel da moda como expressão individual. “Quando a moda se conecta à narrativa e ao comportamento, ela deixa de ser apenas estética e passa a fazer parte da forma como as pessoas se posicionam no mundo. O vestir ganha intenção, identidade e significado, e é isso que buscamos traduzir em cada coleção”, afirma.

Ao sair da tela e ganhar as ruas, a moda apresentada na série se transforma em referência cotidiana. O que antes era figurino passa a inspirar escolhas reais, influenciando o modo como as pessoas combinam cores, tecidos e silhuetas no dia a dia. No estilo do dia a dia, a moda urbana, das ruas, dos cafés e ambientes de trabalho, todos se tornam espaços de expressão, onde o desejo por consumir moda se conecta à vontade de comunicar o que não precisa ser dito. Assim, a moda além do espetáculo se consolida como parte ativa da vida real.

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