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Plástica estética deve ser feita em crianças? Ou é cedo demais?

  • Bem Estar, Destaque 1-vitalidade, Sub-Editoria Vitalidade, Vitalidade
  • 2024-10-17
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

Orelhas de abano, por exemplo, quando indicadas podem ser operadas a partir dos 7 anos de idade.

A cirurgia plástica estética, tradicionalmente associada a jovens e adultos, desempenha um papel relevante no desenvolvimento emocional de crianças. Os procedimentos mais comuns, como a correção de “orelhas de abano”, ajudam a transformar não apenas a aparência, mas também a autoestima e a confiança social num período altamente precioso de formação individual.

Segundo a Dra. Alessandra dos Santos Silva, cirurgiã plástica e craniofacial e fundadora do CEM, Centro de Excelência em Medicina, de São Paulo, o impacto dessas cirurgias, quando indicadas, vai além da estética. “Crianças e adolescentes que enfrentam questões físicas como orelhas proeminentes ou desenvolvimento mamário excessivo muitas vezes sofrem bullying ou têm complicações secundárias, como dores na coluna pelo excesso de peso. A cirurgia estética nesses casos pode ser um divisor de águas na forma como eles se percebem e são percebidos socialmente”, afirma. 

Otoplastia
Um dos procedimentos mais comuns entre crianças é a otoplastia, cirurgia que corrige as orelhas proeminentes, popularmente conhecidas como “orelhas de abano”. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), cerca de 3 a 5% da população no país apresenta este quadro, e a condição costuma ser motivo de comentários entre colegas e pode resultar em baixa autoestima.

“A partir dos seis ou sete anos, as crianças começam a perceber as diferenças físicas e a sofrer com o julgamento dos outros”, explica Dra. Alessandra. “A otoplastia, que pode ser realizada ainda na infância, oferece resultados que não só melhoram a aparência, mas também ajudam essas crianças a se sentirem mais confiantes e seguras, principalmente ao entrar na fase escolar. É comum vermos crianças que, após a correção, mudam de postura, passam a interagir mais, sentem-se mais à vontade em atividades como nadar ou prender o cabelo”, acrescenta a cirurgiã.
 

Caso Isabella
No caso de Isabela Cola da Silva, de 8 anos, a opção pela cirurgia partiu da mãe, que entendeu que o impacto visual das orelhas da filha poderia gerar bullying na pré-adolescência. “A Isa ainda não se sentia incomodada com as orelhinhas, mas eu sei que em alguns anos isso poderia incomodá-la e, até mesmo, sofrer bullying na escola. Por esse motivo, eu resolvi ir atrás da cirurgia, ela topou e hoje está super feliz com o resultado”, comemora Alessandra Cola da Silva. 

Mamoplastia
Outro procedimento comum em jovens é a mamoplastia redutora. No caso da hipertrofia mamária – crescimento exagerado das mamas – a cirurgia pode representar um alívio físico e emocional. “Muitas meninas, ainda durante a puberdade, desenvolvem mamas muito grandes, o que gera desconforto físico, dores nas costas e, sobretudo, constrangimento social, como evitar ir à piscina”, explica Dra. Alessandra.

A autoestima durante a infância e adolescência está diretamente relacionada à forma como os jovens se percebem fisicamente. O bullying e a pressão estética podem levar a problemas como ansiedade e depressão. A cirurgia plástica estética, quando indicada, pode ser uma ferramenta importante para enfrentar esses desafios.

Apesar dos benefícios emocionais e sociais, a Dra. Alessandra reforça que as cirurgias plásticas devem ser cuidadosamente avaliadas. “Os pais devem conversar com um cirurgião plástico especialista para entender se o procedimento é realmente necessário e adequado à idade da criança. O foco deve ser sempre a saúde e o bem-estar do paciente, e não apenas questões estéticas.”

Em muitos casos, a cirurgia estética é vista como um passo importante para evitar que a criança ou adolescente desenvolva inseguranças profundas que possam prejudicar sua vida social e emocional no futuro. “A ideia é dar a essas crianças e jovens as ferramentas para que possam se sentir bem consigo mesmas e tenham uma adolescência mais leve, sem carregar o peso de padrões estéticos que elas não conseguem controlar”, completa. 

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