Ir para o conteúdo
  • Envelhescência
  • Ribalta
    • Música
    • Teatro
    • Circo
    • Dança
    • Agenda
  • Planeta
    • Saia de Casa
    • Natureza
    • Bichos
  • Palavras
    • Literatura
    • História e Patrimônio
    • Educação
    • Balbúrdia
  • Tela
    • Audiovisual
    • Artes Visuais
    • Decoração
  • Banquete
    • Comida
    • Bebida
  • Atitude
    • Beleza
    • Moda
    • Comportamento
  • Vitalidade
    • Saúde
    • Bem Estar
  • Envelhescência
  • Ribalta
    • Música
    • Teatro
    • Circo
    • Dança
    • Agenda
  • Planeta
    • Saia de Casa
    • Natureza
    • Bichos
  • Palavras
    • Literatura
    • História e Patrimônio
    • Educação
    • Balbúrdia
  • Tela
    • Audiovisual
    • Artes Visuais
    • Decoração
  • Banquete
    • Comida
    • Bebida
  • Atitude
    • Beleza
    • Moda
    • Comportamento
  • Vitalidade
    • Saúde
    • Bem Estar
Facebook Instagram

Saúde mental masculina! Como vencer os preconceitos e romper com a masculinidade tóxica 

  • Destaque 1-vitalidade, Saúde, Sub-Editoria Vitalidade, Vitalidade
  • 2025-07-17
  • Sem comentários
  • 2 minutos de leitura

Pexels

Especialista explica os impactos do silêncio emocional entre os homens e defende acolhimento, escuta ativa e desconstrução coletiva dos estigmas 

A ideia de que homens devem ser fortes o tempo todo, não demonstrar sentimentos e resistir à dor emocional ainda é um obstáculo na busca por saúde mental. Apesar dos avanços nas discussões sobre cuidado emocional, muitos homens ainda enfrentam resistência — tanto interna quanto social — para reconhecer fragilidades e buscar ajuda psicológica. O resultado é preocupante: subnotificação de transtornos, agravamento de sintomas e aumento do risco de doenças graves, como depressão e até tentativas de suicídio.

Segundo Murilo Assis, professor de Psicologia da Una, esse cenário está diretamente ligado à cultura machista. “A masculinidade passa a ser tóxica quando o homem cria a fantasia de que não pode adoecer e precisa ser sempre forte, enxergando a vulnerabilidade emocional como fraqueza”, afirma o especialista.

Assis explica que essa visão enraizada compromete não só o bem-estar, mas também as relações interpessoais, o desempenho no trabalho e a qualidade de vida de forma geral. “Quando sentimentos são negados ou reprimidos, há aumento de doenças psicossomáticas, piora nos quadros de transtornos mentais e maior probabilidade de tentativa de autoextermínio”, alerta.

Quando o corpo fala o que a mente não verbaliza 

Mesmo quando não colocam em palavras o que sentem, os sinais de que algo não vai bem costumam aparecer no comportamento. “Mudanças como isolamento social, irritabilidade excessiva ou queda no desempenho ocupacional são indicativos de que a saúde emocional está comprometida”, pontua o psicólogo.

Em muitos casos, o humor sarcástico e as piadas sobre terapia ou sentimentos funcionam como defesa. A dica do especialista é abordar o assunto com empatia, oferecendo informações e acolhimento sem julgamento. “A escuta ativa e a validação das emoções são fundamentais. É possível acolher sem ferir a autoestima ou a identidade masculina.”

Quebrando o silêncio 

Para mudar esse cenário, a psicoterapia é uma aliada importante. “Ela oferece escuta qualificada, ambiente acolhedor e recursos como o questionamento socrático, que ajudam o paciente a desenvolver autoconhecimento, autocontrole e bem-estar biopsicossocial”, explica Assis. A desconstrução, no entanto, não é apenas individual — ela passa por famílias, amigos, instituições de ensino e locais de trabalho. “É preciso combater o machismo por meio da educação emocional, promovendo campanhas e diálogos que valorizem a saúde mental como parte essencial do cuidado humano”, reforça.

Embora se fale mais sobre o tema hoje em dia, o especialista lembra que nem sempre há diferença entre gerações: jovens e adultos mais velhos também podem compartilhar bloqueios semelhantes, dependendo de sua vivência, contexto cultural e ambiente de formação. Por isso, a mudança deve ser coletiva e contínua.

“Buscar ajuda não é sinal de fraqueza, mas de coragem. Reconhecer que se precisa de apoio é o primeiro passo para reconstruir o que significa, de fato, ser homem”, conclui.

Relacionado

Gostou do conteúdo?
Compartilhe:

PrevAnteriorPrincesa Motor Show traz manobras e exposição de carros para Lauro de Freitas 
PróximoMulheres têm duas vez mais olho seco que homensNext
Picture of Iven

Iven

Postagens Recentes

Confira programação do Brincalá na Varanda última semana de agosto

26 de agosto de 2026

Festival de Jazz do Capão reúne encontros musicais inéditos em sua 13ª edição

26 de agosto de 2026

Conheça 5 sinais de que sua rotina está fazendo mal à sua saúde mental e o que fazer

26 de agosto de 2026

30 anos depois, livro de Elsimar Coutinho permanece atual no debate sobre a saúde da mulher

26 de agosto de 2026
Ver mais

Jornalista que gosta muito do que faz e que quer dar espaço para quem quer mudar o mundo para melhor.

Icon-facebook Instagram

Postagens Recentes

Confira programação do Brincalá na Varanda última semana de agosto

Festival de Jazz do Capão reúne encontros musicais inéditos em sua 13ª edição

Conheça 5 sinais de que sua rotina está fazendo mal à sua saúde mental e o que fazer

Conheça Doris e Equipe

Copyright © 2023. Todos os direitos reservados.

  • Política e Privacidade
  • Contato
  • Anuncie aqui