Ir para o conteúdo
  • Envelhescência
  • Ribalta
    • Música
    • Teatro
    • Circo
    • Dança
    • Agenda
  • Planeta
    • Saia de Casa
    • Natureza
    • Bichos
  • Palavras
    • Literatura
    • História e Patrimônio
    • Educação
    • Balbúrdia
  • Tela
    • Audiovisual
    • Artes Visuais
    • Decoração
  • Banquete
    • Comida
    • Bebida
  • Atitude
    • Beleza
    • Moda
    • Comportamento
  • Vitalidade
    • Saúde
    • Bem Estar
  • Envelhescência
  • Ribalta
    • Música
    • Teatro
    • Circo
    • Dança
    • Agenda
  • Planeta
    • Saia de Casa
    • Natureza
    • Bichos
  • Palavras
    • Literatura
    • História e Patrimônio
    • Educação
    • Balbúrdia
  • Tela
    • Audiovisual
    • Artes Visuais
    • Decoração
  • Banquete
    • Comida
    • Bebida
  • Atitude
    • Beleza
    • Moda
    • Comportamento
  • Vitalidade
    • Saúde
    • Bem Estar
Facebook Instagram

Brasil vira destino de mulheres que buscam cirurgia por etnia; entenda como funciona

  • Atitude, Beleza, Destaque 1, Sub-Editoria Atitude
  • 2025-12-10
  • Sem comentários
  • 2 minutos de leitura

Foto: PeopleImages | CO ASSESSORIA

A chegada de milhares de estrangeiros ao país para cirurgias corporais impulsiona uma nova fase da plástica brasileira, marcada por técnicas que respeitam origem, anatomia e características de cada biotipo.

Pacientes vindos dos Estados Unidos, Europa, Oriente Médio e África já não buscam apenas preços competitivos ou a fama de excelência dos cirurgiões brasileiros. Elas procuram algo mais sofisticado: um contorno corporal que dialogue com a estrutura que possuem, e não com um ideal padronizado. É nesse movimento que o Brasil tem se destacado internacionalmente, ao oferecer um olhar técnico que valoriza diferenças de pele, distribuição de gordura e comportamento cicatricial. “A anatomia não é universal, e a cirurgia também não deveria ser”, afirma a cirurgiã plástica Ana Penha Ofranti (CRM SP 203.497, RQE 127.618), integrante do corpo clínico da Revion International Clinic, que será inaugurada em São Paulo com foco em pacientes do exterior.

A médica observa que as estrangeiras chegam com biotipos que exigem estratégias distintas. Mulheres negras africanas frequentemente apresentam pele mais espessa e retração cutânea intensa, o que favorece resultados firmes após a lipoaspiração, mas exige cuidado adicional para evitar pigmentação pós-inflamatória e cicatrizes exuberantes. Pacientes europeias, por outro lado, costumam ter tecido subcutâneo mais fino e menor densidade de gordura, o que demanda técnicas mais delicadas e retirada moderada para evitar irregularidades. Já mulheres asiáticas frequentemente apresentam elasticidade elevada e pouca gordura localizada, o que obriga o cirurgião a usar cânulas mais discretas e a trabalhar volumes menores. As pacientes latino-americanas ou miscigenadas trazem combinações únicas, que podem incluir quadris naturalmente projetados, flancos marcados ou tronco mais compacto, o que altera a lógica de desenho da cintura e do dorso.

Segundo a Dra. Ana Penha, esse cruzamento de etnias e morfologias tornou o planejamento pré-operatório o verdadeiro centro da cirurgia corporal contemporânea. Ela explica que cada caso exige medir a espessura da pele, avaliar o comportamento do colágeno, a tendência de fibrose, a forma da pelve e a maneira como a gordura se deposita. Só então se discute volume e desenho. O objetivo não é transformar corpos diferentes em versões idênticas de um mesmo ideal estético, mas aprimorar o que cada corpo já traz de origem. “O melhor resultado não é o mais parecido com uma referência da internet. É o mais coerente com a estrutura da paciente”, afirma.

A lógica se reforça no momento em que o Brasil recebe cerca de 140 mil estrangeiros por ano interessados em procedimentos corporais. A estética brasileira, famosa pela naturalidade e pelo domínio do contorno, atrai pacientes que desejam curvas equilibradas, cinturas definidas e glúteos proporcionais, mas sem perder sua identidade física. O país se tornou referência por unir técnica avançada e leitura cultural, algo que não se reproduz com facilidade em centros internacionais onde prevalece um padrão corporal único.

Relacionado

Gostou do conteúdo?
Compartilhe:

PrevAnteriorWagner Moura faz história e é o primeiro latino indicado a melhor ator no Critics Choice Awards
PróximoECA Digital: ‘Temos até março de 2026 para garantir uma internet que acolha e não explore nossas crianças’Next
Picture of Iven

Iven

Postagens Recentes

Verão e câncer de lábio: doença pouco falada, pouco protegida e com alto impacto estético

14 de janeiro de 2026

Verão exige cuidados com os cabelos; dermatologista explica efeitos do sol, cloro e sal

14 de janeiro de 2026

Com inspiração na Lavagem do Bonfim, nova coleção da Gamboa Brasil exalta o sincretismo e a Bahia

14 de janeiro de 2026

Lancôme celebra 90 anos com La Vie est Belle Sparkling Edition

14 de janeiro de 2026
Ver mais

Jornalista que gosta muito do que faz e que quer dar espaço para quem quer mudar o mundo para melhor.

Icon-facebook Instagram

Postagens Recentes

Verão e câncer de lábio: doença pouco falada, pouco protegida e com alto impacto estético

Verão exige cuidados com os cabelos; dermatologista explica efeitos do sol, cloro e sal

Com inspiração na Lavagem do Bonfim, nova coleção da Gamboa Brasil exalta o sincretismo e a Bahia

Conheça Doris e Equipe

Copyright © 2023. Todos os direitos reservados.

  • Política e Privacidade
  • Contato
  • Anuncie aqui