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Dia mundial sem tabaco reforça os riscos do fumo passivo, terceira maior causa de morte evitável no mundo

  • Destaque 1-vitalidade, Saúde, Sub-Editoria Vitalidade, Vitalidade
  • 2025-05-23
  • Sem comentários
  • 2 minutos de leitura

O Dia Mundial Sem Tabaco, celebrado em 31 de maio, é um alerta global sobre os perigos do tabagismo — e não apenas para quem fuma. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o tabagismo passivo é a terceira maior causa de morte evitável no mundo, ficando atrás apenas do tabagismo ativo e do consumo excessivo de álcool. Pessoas que convivem com fumantes têm até 30% mais risco de desenvolver câncer de pulmão em comparação àquelas não expostas à fumaça do cigarro. 

Diversos tipos de câncer ligados ao cigarro 

A maioria das pessoas associa o cigarro apenas ao câncer de pulmão, mas ele está relacionado a muitos outros tipos de câncer. De acordo com a oncologista Bruna Carone, médica do Instituto de Oncologia de Sorocaba (IOS), o tabagismo também está ligado ao surgimento de outras variedades de câncer de cabeça e pescoço (como boca, língua, laringe e faringe), esôfago, bexiga, pâncreas e até mesmo leucemia mieloide crônica. 

A médica ainda alerta que existem tipos de câncer ginecológicos e urológicos influenciados diretamente pelo cigarro. “O cigarro aumenta a chance de câncer de útero. Ele também está associado ao câncer do colo do útero, porque dificulta o clareamento do vírus do HPV. Dos cânceres urológicos, ele é o principal fator de risco para o câncer de bexiga, além de estar associado ao câncer de rim e ureter”, afirma. 

Os perigos do fumo passivo 

No caso dos fumantes passivos — que inalam a fumaça liberada por outras pessoas — os riscos são igualmente sérios. “Fumo passivo é conviver com quem fuma e inalar as substâncias expelidas pela pessoa que está fumando. Ele também é perigoso porque você inala substâncias deletérias e cancerígenas”, ressalta Bruna. Os perigos incluem desde doenças pulmonares e cardiovasculares, como AVC, infarto e tromboses, até diversos tipos de câncer. 

Os danos causados pelo cigarro nem sempre são perceptíveis de imediato. “Rouquidão, falta de ar e perda de apetite são alguns sinais que merecem atenção em quem fuma. Mas, muitas vezes, o corpo não dá nenhum sinal, e ainda assim está sendo danificado pelo cigarro”, alerta a médica.

Os danos causados podem ser revertidos? 

Apesar do impacto negativo à saúde, a boa notícia é que os danos podem ser parcialmente revertidos ao parar de fumar. “A partir de cinco anos sem cigarro já temos redução significativa do risco de doenças cardiovasculares e pulmonares. Com dez anos, o risco de câncer também diminui, e após 20 anos, esse risco se reduz ainda mais”, informa Bruna. 

Para quem deseja abandonar o vício, atualmente existem métodos eficazes e acessíveis. “A maioria dos pacientes precisa de um acompanhamento multidisciplinar. Mas hoje temos adesivos, medicações e grupos de apoio bem estabelecidos que auxiliam nesse processo”, afirma a oncologista. 

Abordagens de tratamento 

O tratamento dos diferentes tipos de câncer relacionados ao tabagismo varia conforme a localização, o estágio da doença e as condições clínicas do paciente. De forma geral, as abordagens incluem cirurgia, quimioterapia, radioterapia, terapias-alvo e imunoterapia. A médica reforça que o diagnóstico precoce aumenta consideravelmente as chances de sucesso no tratamento, ressaltando a importância da prevenção. 

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