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Escola Àbámodá abre inscrições para cursos na área de moda afro-indígena

  • Atitude, Destaque 2-atitude, Moda, Sub-Editoria Atitude
  • 2024-07-11
  • Sem comentários
  • 4 minutos de leitura

Crédito: Natie Paz

Aulas de corte e costura, modelagem, estamparia, jóias em metais, biojoias e crochê acontecem em Cachoeira (BA). Inscrições abertas até dia 26 de julho

A Àbámodá, primeira Escola Livre e Gratuita de Moda, Arte e Cultura da Bahia, está com inscrições abertas até dia 26 de julho para empreendedores e criativos que tenham interesse na área de moda. Serão ofertados 6 cursos formativos: corte e costura, modelagem, estamparia, jóias em metais, biojoias e crochê, todos ancorados em referências étnicas e identitárias afro-indígenas. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas aqui. Dúvidas e mais informações estão disponíveis na página do instagram @abamoda.escolalivre.

As aulas acontecem semanalmente, em Cachoeira (BA), a partir do dia 07 de agosto e duram em média cinco meses. Para cada curso serão disponibilizadas vagas em duas turmas: uma na sede da Àbámodá, localizada no centro da cidade (Rua João Vieira Lopes, nº 2), e outra no Quilombo Engenho da Ponte. Jovens e adultos  de todos os gêneros, a partir de 16 anos, de qualquer território baiano podem se inscrever para participar do processo seletivo. O projeto também abre espaço para mães adolescentes, a partir de 14 anos, desde que estejam matriculadas e assíduas na escola.

Esta é a primeira fase do projeto, que ainda vai disponibilizar aulas voltadas para áreas da gestão como: finanças, vendas, comunicação e marketing. A próxima fase contribui na produção e exposição das peças criadas pelos alunos, além de selecionar aqueles que desejem empreender na área para participarem de um estágio laboral e processo de incubação. Nesta fase final, será realizada uma análise técnica para investir recursos financeiros de acordo com a demanda de cada negócio.

A escola nasce da experiência de mais de 20 anos da pesquisadora e gestora cultural, Luísa Mahin, que desde 2022 propõe e estuda metodologias para qualificação profissional e geração de renda voltadas para mulheres e comunidades afro-indígenas da Bahia. “Queremos fomentar sonhos, proporcionar perspectivas de vida, de trabalho e renda, através da economia criativa e identitária”.

Metodologia focada no ser integral e na identidade étnica-territorial

“Àbámodá” é uma palavra iorubá que significa “o que você deseja, você faz” e também nomeia uma planta conhecida como “Folha da Fortuna”. A coordenadora Luísa Mahin explica que a metodologia foca no ser integral, contemplando sua relação com o trabalho, identidade, cultura e propósito pessoal. 

Em sua trajetória, Luísa percebeu que apenas a formação técnica não era suficiente para impulsionar os negócios dos alunos, principalmente em relação a um público socialmente vulnerável. “Identifiquei outras necessidades como rede de apoio, fortalecimento emocional e recursos para iniciar seus empreendimentos. Por isso, nós também vamos trabalhar com ferramentas terapêuticas e rodas de conversa, realizar estágio remunerado e, para quem optar em empreender na área, vamos ter esse investimento semente direcionado para construção do planejamento de cada negócio”.

A metodologia também passa por pesquisas de identidade e estudos sobre referências étnicas  “Vamos pesquisar os produtos naturais do território para usar nos tingimentos; pensar nos elementos, iconografias e grafismos indígenas e africanos para a produção de estampas, entender como a cultura local pode estar presente em cada peça. Queremos acessar nossas memórias e histórias, para criar produtos que falam disso”, conclui Luísa.

O projeto, realizado pelo Instituto Casa de Barro e pelo Governo Federal, por meio do Ministério da Cultura  (MinC) e da Secretaria de Formação Cultural, Livro e Leitura (Sefli), integra o conjunto de ações do Programa Olhos D’água – da Rede Nacional das Escolas Livres de Formação em Arte e Cultura.

SERVIÇO

» Inscrições Gratuitas: 08 a 26 de julho aqui.

» Cursos: corte e costura, modelagem, estamparia, jóias em metais, biojoias e crochê

» Local do Curso: Sede Ábámodá e Quilombo Engenho da Ponte em Cachoeira / Ba.

» Acompanhe em: @abamoda.escolalivre.

SOBRE LUÍSA MAHIN

Luísa Mahin, gestora cultural, pesquisadora e agente cultural de desenvolvimento, é Bacharela em Comunicação Social com habilitação em Relações Públicas, Mestra em Desenvolvimento e Gestão Social (UFBA) e em Ciências Sociais (UFRB), MBA em Empreendedorismo Social e Negócios de Impacto (Instituto Legado).

Há 22 anos atua na gestão de projetos sociais e culturais. Já passou por diversas organizações e projetos nacionais e internacionais com atuação com desenvolvimento local, culturas, identidades, patrimônio cultural imaterial, moda, gênero, promoção da equidade racial, criatividades. Co-fundou em 2005 o Instituto Casa de Barro na Bahia, tendo desenvolvido como coordenadora e produtora projetos diversos nas áreas de literatura, arte e educação, patrimônio cultural imaterial, educação patrimonial, teatro, contação de histórias, fotografia, cinema e audiovisual, rádio.

Desde 2021, através do projeto IRMANDADE – Universidade Livre de Arte e Cultura, tem empreendido esforços para a qualificação profissional e geração de renda para mulheres e comunidades afro e indígenas da Bahia. Atualmente vem gestando projetos de combate às violências e de promoção de autonomias para mulheres visando promover a inclusão, o empoderamento social, a articulação de políticas antirracistas e para a equidade de gênero. 

– Foi vencedora do 1º Prêmio Pretas Potências da PretaHub em 2023.

– Concebeu e atuou na pesquisa e curadoria do projeto “A bença, rezadeira!”, com produção de documentário com 18 rezadeiras do Recôncavo em 2020. Tal projeto já ganhou diversos prêmios.

– Concebeu e atuou na coordenação, pesquisa e curadoria da exposição fotográfica “A voz de Iyá” com 14 rezadeiras do Recôncavo da Bahia em 2018.

– Atuou como assistente de objetos no filme Mariguella de Wagner Moura.

– Fez a produção e edição do livro Mulheres Sagradas de Aidil Araújo em 2016.

– Em 2010 residiu em Cusco / Peru tendo atuado no CRESPIAL (Centro Regional para la Salvaguardia del Patrimonio Cultural Inmaterial de America Latina) com pesquisa dos projetos políticos e de articulação para: (1) a promoção da diversidade cultural; (2) proteção e salvaguarda do patrimônio cultural imaterial e (3) regulação da propriedade intelectual de conhecimentos tradicionais e coletivos em países da América Latina. Além da pesquisa no CRESPIAL, foram desenvolvidas atividades de campo em comunidades artesãs tradicionais do Vale Sul Andino / Peru (Pisac, Ollantaytambo, Chinchero, Racqui, Machaccmarca, Urcos, Tinta).

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