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Esquizofrenia atinge 1% da população; diagnóstico precoce muda vidas

  • Destaque 2-vitalidade, Saúde, Sub-Editoria Vitalidade, Vitalidade
  • 2025-05-22
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

O Dia Nacional de Conscientização sobre a doença, celebrado neste sábado (24), tem como objetivo combater estigmas, ampliar o conhecimento e estimular a empatia

Delírios, alucinações, desorganização do pensamento e do comportamento, distanciamento social, agitação, comprometimento do juízo da realidade, empobrecimento psíquico, desleixo pessoal, redução da vontade própria e da capacidade de agir com objetividade: esses são alguns dos principais sintomas da esquizofrenia — transtorno mental grave que afeta, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), aproximadamente 25 milhões de pessoas em todo o mundo, sendo a terceira principal causa de perda de qualidade de vida entre os 15 e 44 anos.

No Brasil, estima-se que cerca de 2 milhões de pessoas convivam com o transtorno — cerca de 1% da população. Segundo o Departamento de Pós-Graduação da FG Faculdade Global (POSFG), cerca de 68% delas não recebem tratamento adequado, o que agrava ainda mais os impactos da doença sobre os indivíduos e suas famílias.

Os dados ganham ainda mais relevância neste sábado (24), data instituída em 2024 como o Dia Nacional de Conscientização sobre a Esquizofrenia, com o objetivo de combater estigmas, ampliar o conhecimento da população e estimular a empatia.

O psiquiatra Fernando Tomita, do Vera Cruz Hospital, em Campinas (SP), explica que a doença é a forma mais representativa das psicoses, com causas ainda não totalmente compreendidas, e que costuma se manifestar no início da vida adulta, geralmente entre os 20 e 30 anos. “A esquizofrenia é uma doença que provoca uma ruptura com a realidade. Por isso, ainda carrega o estigma da ‘loucura’. Isso pode gerar graves consequências na vida do paciente, como comprometimento no juízo crítico e no senso prático, na capacidade de trabalho, na responsabilidade civil e penal, e impactos severos também para a família e a sociedade.”.

Segundo o médico, é essencial que familiares e pessoas próximas fiquem atentos a sinais como mudanças de comportamento, isolamento, agressividade e sintomas psicóticos, como delírios e alucinações. “O delírio é uma alteração do pensamento, uma crença falsa e inflexível — como acreditar que está sendo perseguido, vigiado, zombado, ou que possui poderes especiais. Alucinação, por sua vez, é uma distorção da percepção. A mais comum é a auditiva, quando o paciente escuta vozes, comentários ou ruídos que não existem”, explica.

Embora seja uma doença crônica e sem cura, há medicações capazes de controlar os chamados “sintomas positivos” (como delírios e alucinações) e sintomas negativos (a apatia, o isolamento, o negativismo). “As medicações mais modernas têm menos efeitos colaterais, o que facilita a adesão ao tratamento”, destaca Tomita. No entanto, a aceitação do tratamento ainda é um desafio, em razão da dificuldade que muitos pacientes têm em reconhecer a própria condição.

O especialista também destaca a importância de desconstruir mitos. “Um dos mais prejudiciais é a ideia de que pessoas com esquizofrenia são violentas. Isso não é verdade. Embora alguns casos com grande repercussão midiática reforcem essa associação, a maioria dos atos violentos é cometida por pessoas que não têm transtornos mentais.”

De acordo com a Classificação Internacional de Doenças (CID-10), da OMS, a esquizofrenia pode se manifestar de diferentes formas, com variações nos sintomas e na maneira como a doença evolui ao longo do tempo. O diagnóstico é feito com base na observação clínica, ou seja, a partir do comportamento ao longo do tempo. A gravidade dos sintomas, a resposta ao tratamento, o uso de substâncias e a presença de outras doenças também influenciam nos prejuízos da doença e nas chances de melhora.

O tratamento é feito com o uso de medicamentos antipsicóticos, inclusive com a possibilidade de medicações injetáveis de longa duração, que podem ter efeito por até três meses. “O tratamento não deve se restringir aos remédios. A abordagem psicossocial envolvendo o próprio paciente, a família e a rede de apoio. Psicoterapia, terapias ocupacionais e a orientação familiar fazem toda a diferença na qualidade de vida e na adesão ao tratamento”, conclui Tomita.

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