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Filme baiano ‘Na Volta Eu Te Encontro’ disputa o Festival de Cinema de Gramado

  • Audiovisual, Destaque 1-tela, Sub-Editoria Tela, Tela
  • 2025-07-21
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

Filme baiano ‘Na Volta Eu Te Encontro’ disputa o Festival de Cinema de Gramado

O filme ‘Na Volta Eu Te  Encontro’, com direção de Urânia Munzanzu da Acarajé Filmes e produção executiva de Flávia Santana da Mulungu Realizações Culturais, é exibido no Festival de Cinema de Gramado. A obra concorre na categoria Mostra Competitiva de Curtas-Metragens Brasileiros, com exibição no dia 19 de agosto.

 “Um filme feito para contar nossas vitórias, dizer da  saga e da sede republicana do povo Preto da Bahia, uma reverência às etnias indígenas que fabricaram nossas heroínas e heróis, verdadeiros responsáveis pela independência brasileira, que nesses tempos  sombrios tem sido testada com taxações e ameaças à nossa soberania. ‘Na Volta Eu Te Encontro’ vem para nos lembrar quem somos, das origens que nos constitui enquanto povo e que nos coloca no mundo com uma marca indelével de amor e zelo pela liberdade e tudo que ela carrega”, celebra Urânia Munzanzu, diretora do filme.

 ‘Na Volta Eu Te Encontro’ mistura documentário com algumas cenas de ficção e faz registros da “Volta da Cabocla”, que faz parte dos festejos da Independência do Brasil na Bahia, o 02 de Julho, quando as imagens do Caboclo e da Cabocla, que são símbolos da luta, retornam para o bairro da Lapinha, em Salvador, no dia 05 de Julho.

Flávia Santana, produtora do filme, comemora a seleção para o Festival de Cinema de Gramado. “O cinema de Urânia é inspirador, poético, reflexivo e nos convida para conhecer histórias que, infelizmente, ainda são muito invisibilizadas. Então, é uma alegria imensa ver que a nossa cabocla, que é esse símbolo de resistência da nossa terra, da Bahia, esteja ultrapassando fronteiras, indo do norte ao sul do país para falar sobre luta, força e fé coletiva do nosso povo”, comenta.

 Além do Festival de Cinema de Gramado, o curta participa de festivais com exibição em outros três estados. No 32º Festival de Cinema de Vitória, no Espírito Santo, o filme tem exibição no dia 21/07, às 19h, no Sesc Glória, além de debate no dia seguinte à exibição, às 10h, no Hotel Senac Ilha do Boi. A Cerimônia de Premiação ocorrerá no dia 24/07, a partir das 19h. Já de 30/07 a 06/08 é a vez de participar no 47º Festival Guarnicê de Cinema, em São Luís, no Maranhão. O filme já passou por outros festivais, como: Tela Cariri; Afroestima; 1º Festival Cine Deburu, onde ganhou o Prêmio de Melhor Filme e o XX Panorama Internacional Coisa de Cinema, onde venceu os  Prêmios de Melhor Fotografia e Melhor Som.  

 Sobre a Diretora – Urânia é mulher negra, sapatão , soteropolitana, nascida e criada no pelourinho. Cineasta, roteirista, poeta e produtora. Diretora premiada, Mestre em antropologia pela UFBA, fundadora da Frente Marginal de Arte Negra e CEO da Acarajé Filmes. Produz narrativas transatlânticas, passando pelo Brasil, Caribe e  África com foco em seus territórios e pertencimentos. Tem se dedicado a desenvolver e conceituar o “cinema de cozinha”, um método que desenvolveu para ancorar os anseios políticos e estéticos do cinema negro que produz a partir da política de mulheres negras. Assina o roteiro e direção de produções nacionais e internacionais que tem a África e a luta contra o racismo como eixo central.

Sobre a Acarajé Filmes – É uma empresa de gente Preta que tem o DNA de origem na Bahia, com especial interesse em diálogos sul-sul. Uma produtora independente, dedicada a histórias e narrativas com foco em negritude, gênero, equidade e diversidade. A trajetória da Acarajé Filmes se confunde com as experiências profissionais de seus sócios Urânia Munzanzu e Maoma Faria que já assinaram a direção e direção de fotografia de mais de 30 filmes, dentre eles produções nacionais e internacionais, em países do continente africano, Ásia e Caribe.

Sobre a Mulungu Realizações Culturais  – É uma empresa baiana que atua com histórias autorais e criativas, pensadas e conduzidas por mulheres, pessoas negras e LGBTQIA+. Assina a coprodução de obras de longa-metragem como “Receba!”, de Pedro Perazzo e Rodrigo Luna; “Menarca”, de Lara Carvalho; e o documentário “Cais”, de Safira Moreira; e do curta-metragem “Como Nasce um Rio”, de Luma Flôres. Nossas produções já circularam por mais de 30 festivais nacionais e internacionais, incluindo Tribeca, Olhar de Cinema, Chilemonos, CineBH, entre outros. Também assina a coprodução de “Mulheres Negras em Rotas de Liberdade”, de Urânia Munzanzu, um documentário filmado no Brasil e em países do continente africano, com a participação de Sueli Carneiro, Conceição Evaristo, Luedji Luna, Erica Malunguinho, Mirtes Renata e Carla Akotirene.

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