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Hepatite A: nova estratégia do Ministério da Saúde amplia vacinação de adultos e alerta para prevenção

  • Destaque 1-vitalidade, Saúde, Sub-Editoria Vitalidade, Vitalidade
  • 2025-05-20
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

Com surtos crescentes entre homens adultos, SBPC/ML reforça importância da vacinação e dos exames laboratoriais para detecção e monitoramento da infecção

Uma mudança importante no perfil epidemiológico da hepatite A no Brasil levou o Ministério da Saúde (MS) a adotar uma nova estratégia de enfrentamento da doença: a ampliação da vacinação entre adultos, especialmente usuários da Profilaxia Pré-Exposição (PrEP), medicamento utilizado na prevenção ao HIV. A medida vem após o aumento significativo da transmissão sexual entre homens, que já responde por uma fatia expressiva dos casos recentes. A meta é vacinar 80% dos mais de 120 mil usuários da PrEP no Brasil, com esquema de duas doses, a primeira para controle de surtos e a segunda para proteção duradoura. 

De acordo com dados do MS, em 2023 foram registrados 2.080 casos de hepatite A no país, dos quais 90% ocorreram em adultos, sendo quase 70% homens. Um novo surto registrado em Curitiba em 2024 somou mais 315 casos e cinco óbitos. “Esses números mostram que a hepatite A não é mais uma doença restrita à infância e reforçam a necessidade de estratégias combinadas: vacinação ampliada e o uso criterioso dos exames laboratoriais para detectar casos ativos e avaliar a imunidade da população,” destaca João Renato Rebello Pinho, coordenador médico do Laboratório Clínico do Hospital Israelita Albert Einstein e membro da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica e Medicina Laboratorial (SBPC/ML). 

Além da imunização — fundamental para evitar surtos —, a vigilância contínua com exames laboratoriais é essencial para a detecção precoce da hepatite A, especialmente em quadros assintomáticos ou leves. João Renato destaca que a hepatite A é classicamente associada a saneamento básico e higiene pessoal, mas estamos diante de uma nova dinâmica, com transmissão sexual significativa. “A ampliação da vacinação é acertada, mas é crucial que os médicos também solicitem exames sorológicos adequados, tanto para diagnóstico da infecção aguda quanto para avaliação da imunidade adquirida, seja por vacinação ou infecção prévia.” 

O especialista da SBPC/ML acrescenta que “como a maioria das infecções é silenciosa no início, a análise laboratorial detalhada permite não só identificar casos e conter surtos, mas também diferenciar hepatite A de outros tipos virais, o que é essencial para orientar o tratamento e evitar complicações.” 

De acordo com João Renato, o diagnóstico da hepatite A é feito principalmente pela pesquisa do anticorpo IgM anti-HAV, marcador de infecção recente. “Para saber se há imunidade — seja por vacinação ou por infecção passada — o exame de IgG anti-HAV é o indicado. Nos casos de surtos, esses testes são fundamentais para mapear rapidamente a situação e isolar casos ativos”, ressalta. 

As hepatites continuam sendo um grave problema de saúde pública no Brasil, com destaque para os tipos A, B e C. As hepatites B e C são mais frequentemente associadas a infecções crônicas e representam importante causa de cirrose e câncer de fígado. 

Exames complementares para hepatites B e C:

  • Hepatite B: Testes para antígenos (HBsAg, HBeAg) e anticorpos (Anti-HBc IgM/IgG, Anti-HBe, Anti-HBs) ajudam a determinar o estágio da infecção e a resposta vacinal. A carga viral é usada para monitoramento e manejo clínico.
  • Hepatite C: A triagem começa com o anti-HCV; se positivo, a carga viral é fundamental para confirmar infecção ativa.

Imunização infantil permanece essencial

Desde 2014, a vacina contra a hepatite A integra o calendário infantil no SUS, com dose única recomendada aos 15 meses de idade. Essa política levou à queda acentuada dos casos, mas a atual reemergência entre adultos evidencia a necessidade de estratégias complementares e vigilância ativa. 

João Renato Rebello, especialista da SBPC/ML reforça que, além da vacinação, práticas de sexo seguro, saneamento básico e higiene pessoal continuam sendo pilares essenciais na prevenção da hepatite A e de outras hepatites virais.

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