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Maior empena de Salvador será pintada pela artista indígena Yacunã Tuxá pelo Projeto MURAL

  • Artes Visuais, Destaque 2, Sub-Editoria Tela, Tela
  • 2025-06-06
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

A 4ª edição do Projeto Mural (Movimento Urbano de Arte Livre), está cheia de novidades. Esse ano, o evento conta, pela primeira vez, com a participação de uma artista indígena: Yacunã Tuxá, que integra o time de talentos selecionados para transformar paredes gigantes de Salvador, em verdadeiras galerias a céu aberto, com obras de arte. Natural da aldeia Tuxá, no norte da Bahia, Yacunã, uma mulher indígena, é reconhecida por suas criações que conectam elementos da ancestralidade indígena com linguagens contemporâneas, trazendo visibilidade à luta e à cultura dos povos originários.

O mural da artista, batizado de “Somos Sementes”, traz como objetivo a demarcação visual, a presença e a relevância dos povos indígenas, não apenas na cidade de Salvador, mas na contemporaneidade, no enfrentamento da crise climática e os seus desdobramentos, na proposição de um país mais plural, ético e justo com os povos da terra – indígenas, ribeirinhos, quilombolas, entre outros – e com a própria natureza. Povo esse, que sofreu e sofre até hoje com a colonização e os seus desdobramentos. “Participar do Projeto Mural é uma oportunidade de mostrar a força da arte de uma mulher indígena, homossexual, ocupando novos espaços, mantendo viva a nossa história e tradição. O que proponho é o reconhecimento da força dos povos indígenas das comunidades, a sua relevância e luta. Somos plurais, falantes de muitas línguas, vindos de muitas partes. Salvador teve em sua fundação o nosso sangue e suor – mas hoje essa cidade abarca a nossa presença real e viva – transformadora. Esse mural é demarcação da nossa presença, dos nossos saberes, jeito de ser, comer e beber, da nossa música, da nossa força e cura, da nossa arte e intelectualidade. Somos sementes dessa terra”, declara Yacunã.

O mural vai retratar elementos que constroem visualmente a ideia de força, afeto e continuidade. Ao centro, a mulher indígena com brincos de olhos de Guaraná, com a cabeça coberta por folhas e no peito um grafismo do Povo Tuxá, que marca a presença deles nas ilhas do Rio São Francisco. “A mulher mãe com a criança de colo constrói a ideia de afeto e continuidade. A casa que carrega na cabeça é para simbolizar algo simples para nós: quando migramos, caminhamos, nos movemos – levamos a nossa casa conosco. Para nós, indígenas, a aldeia viva não sai de nós. Essa mulher de olhos fortes não é uma ancestral ou pessoa específica e, por isso, pode ser qualquer uma, pode se conectar com muitas mulheres indígenas ancestrais e vivas”, finaliza a muralista.

Vale lembrar que, de acordo com o último censo do IBGE, Salvador é a segunda capital com o maior número de indígenas do Brasil. “Essa será a maior empena já realizada em toda a capital, com 52 m de altura. O maior mural artístico de nossa cidade será de uma artista mulher indígena, isso é muito simbólico e potente. Além disso, o mural será realizado em um dos prédios que se cadastraram através do nosso chamamento, que segue aberto a inscrições, para receber uma das obras propostas pelo projeto Mural e isso nos enche de orgulho”, conta Vanessa Vieira, da Trevo Produções, idealizadora do MURAL. Além das intervenções artísticas, o Projeto Mural, nesta edição, já promoveu um festival, com exposições, painéis e debates, com programação diversificada, oficinas e apresentações culturais; além de uma feira de artes no último mês de março, no DOCA 1, no Comércio.

A 4ª edição do Projeto MURAL é uma realização da Trevo Produções, Fundação Gregório de Mattos – FGM, Secretaria Municipal de Cultura e Turismo – SECULT, Secretaria Municipal da Fazenda – SEFAZ, Prefeitura de Salvador, na modalidade doação através do Programa Viva Cultura.

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