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Regina Miranda apresenta herança cultural afro diaspórica em sua primeira exposição individual

  • Artes Visuais, Destaque 2-tela, Sub-Editoria Tela, Tela
  • 2026-05-04
  • Sem comentários
  • 2 minutos de leitura

Crédito: Marco Peixoto

Estudos para não desaparecer será aberta no dia 9 de maio, no Ativa Atelier Livre, no Rio Vermelho

Em sua primeira exposição individual na Bahia, a artista Regina Miranda apresenta obras que têm como ponto de partida sua herança cultural afro diaspórica. Ela toma como referência fotografias de álbum de família e produz imagens com a força de sua ancestralidade, tendo, não por acaso, a cor preta como guia para o trabalho. A mostra Estudos para não desaparecer revela uma série de mais de 40 pinturas em guache sobre tela ou papel, em A Galeria, no Ativa Atelier Livre, no Rio Vermelho; e será aberta 9 de maio, às 17h, prosseguindo até 19 de junho, com curadoria dos artistas visuais Lanussi Pasquali e João Gravador.

Em Estudos para não desaparecer, Regina Miranda ativa um arquivo negro atravessado por lacunas, silêncios e apagamentos históricos — não para restaurá-lo, mas para criar conexões que permitam sua continuidade. “Os álbuns de famílias negras não viram acervo nacional. Às vezes, guardados em gavetas, sem cuidados de preservação, somem sem registro. Meu trabalho busca dar uma sobrevida a essas imagens/memórias. Utilizar o preto como gerador estruturante de imagens é reivindicar que o preto não seja um mero detalhe. É dizer que sem preto, não há imagem, não há história a ser contada”, ressalta a artista.

A pintura de Regina Miranda sustenta o impasse entre o documento e a imaginação, relatam os curadores da sua exposição. Eles reforçam que as imagens são ativadas pelas “ausências enquanto forças produtivas e pela manutenção daquilo que não pode ser plenamente recuperado”. Tudo tendo a cor preta como elemento base para a composição dos trabalhos. “É o preto que organiza e propicia o aparecimento de imagens não exatamente decifráveis, mas que sugerem segredos, preservam mistérios”, acrescentam João Gravador e Lanussi Pasquali.

Trajetória da artista

Regina Miranda é artista visual, autora e ilustradora de literatura infantojuvenil. Mineira da Belo Horizonte, fez graduação em Comunicação Social pela PUC Minas, e iniciou sua formação artística na Fundação de Arte de Ouro Preto, com ênfase em pintura, gravura e restauração. Vive e trabalha na Bahia desde 2018. “Vim viver perto do mar. Aqui, me aproximo ainda mais da minha herança cultural, usufruindo de toda história, cultura e beleza daqueles que vieram antes de mim”, relata sobre sua escolha pela localidade de Jauá, no Litoral Norte, município de Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador.

Sua trajetória inclui participação em festivais, cursos e workshops, como no Museu de Arte Contemporânea de Barcelona, Espanha, e na Escola Superior Artística do Porto, em Portugal; no Ativa Atelier Livre, em Salvador; além de exposições individuais e coletivas no Brasil e no exterior, em espaços como o Museu de Arte Moderna de Belo Horizonte e a Bienal Internacional de Poesia e a Galeria J. Gomes Alves, em Guimarães, Portugal.

SERVIÇO

Exposição: Estudos para não desaparecer

Artista: Regina Miranda

Local: A Galeria, Ativa Atelier Livre, rua Tupinambás, 423, Rio

Vermelho

Abertura: 9 de maio, 17h

Visitação: 13 de maio até 19 de junho              

De quarta a sexta das 15h às 19h

Sábados das 9h às 12h

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