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Rinoplastia: mitos e verdades sobre a cirurgia que vai além da estética

  • Bem Estar, Destaque 2-vitalidade, Sub-Editoria Vitalidade, Vitalidade
  • 2025-05-14
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

Cirurgião esclarece dúvidas comuns sobre recuperação, cicatrizes e idade ideal para realizar a operação

Dados recentes da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética apontam o Brasil como líder no ranking mundial de rinoplastia.

A cirurgia se tornou amplamente adotada por conciliar estética e funcionalidade, já que a técnica também pode corrigir problemas respiratórios decorrentes de deformidades estruturais.

Diversos famosos já passaram pela intervenção, entre eles Rafa Justus, Lucas Lucco, Gisele Bündchen, Xuxa e Manu Gavassi.

Apesar de sua popularidade, a rinoplastia ainda é cercada por mitos e dúvidas. Por isso, o otorrinolaringologista da Clínica Dolci, em São Paulo, e professor da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, Dr. Eduardo Landini Lutaif Dolci, esclarece o que é mito e o que é verdade sobre o procedimento.

O nariz fica artificial e todo mundo percebe? Mito! “Desde que o procedimento seja realizado por um especialista com competência e entendimento do resultado ideal, não é possível perceber que a pessoa passou pela cirurgia. O importante é sempre respeitar a harmonia do rosto do paciente”, afirma o médico.

O otorrinolaringologista é um especialista que pode realizar essa cirurgia? Verdade! O otorrino especializado em rinoplastia está apto para realizar a técnica, já que lida frequentemente com as estruturas nasais. “Muitas vezes, no mesmo procedimento, é possível corrigir problemas respiratórios e, com isso, obter melhora estética e funcional do nariz”, acrescenta o médico. 

A cirurgia pode ser realizada em qualquer idade? Mito! O ideal é que ela seja feita após os 15 anos para meninas e 16 anos para meninos, quando o nariz já atingiu sua forma adulta. “Além disso, o próprio paciente tem uma melhor compreensão sobre as possibilidades e expectativas do procedimento”, explica Dolci.

O procedimento não deixa cicatriz aparente? Verdade! Quando realizada pela técnica fechada, não há cicatriz evidente, pois os cortes são pequenos e feitos em áreas menos expostas. Já na técnica aberta, pode deixar uma cicatriz discreta na columela, quase imperceptível quando bem executada.

Os resultados da rinoplastia são imediatos? Mito! Assim como em qualquer cirurgia estética facial, o paciente precisa ter paciência e seguir corretamente as orientações do médico no pós-operatório. “O resultado final aparece entre seis meses e um ano após a cirurgia. No entanto, a partir do primeiro mês já é possível notar uma melhora significativa”, reforça o especialista.

A recuperação é extremamente dolorosa? Mito! Quando o procedimento é adequado ao perfil do paciente e as recomendações médicas são seguidas, a cirurgia causa pouco desconforto e a recuperação costuma ser rápida e tranquila. “Os resultados da rinoplastia não dependem apenas do médico, mas também do comportamento do paciente no pós-operatório”, esclarece.

A rinoplastia pode ser realizada mais de uma vez? Verdade! Quando o primeiro procedimento, seja por motivo estético ou funcional, não atinge as expectativas do paciente, é possível realizar uma segunda cirurgia, chamada de rinoplastia secundária ou de revisão”, acrescenta o professor.

“É fundamental que durante o planejamento para esse procedimento o indivíduo opte por um médico, cirurgião,  que seja especialista em rinoplastia. É também imprescindível a realização de algumas consultas antes que a cirurgia seja realizada para um melhor esclarecimento de dúvidas, queixas e das possibilidades de mudanças atingidas, e o paciente deve estar seguro e confiante no profissional, tornando-se primordial a relação médico paciente”, finaliza Dolci.

Sobre o especialista: Dr. Eduardo Landini Lutaif Dolci é sócio da Clínica Dolci Otorrinolaringologia e Cirurgia Estética Facial, em São Paulo; Professor Instrutor de Ensino do Departamento de Otorrinolaringologia da Santa Casa de São Paulo; Membro titular da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico Facial; Membro eleito da Comissão de Residência e Treinamento da Sociedade Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial; Membro titular da Academia Brasileira de Cirurgia Plástica da Face. 

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