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Não vacile! Saiba quando o consumo de álcool e drogas pode ser fatal

  • Principal, Saúde, Sub-Editoria Vitalidade, Vitalidade
  • 2025-02-14
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

Misturas perigosas, falsificações e desidratação aumentam os riscos à saúde durante o carnaval

Durante o verão e o Carnaval, o abuso de álcool e drogas ilícitas se torna um problema recorrente. O clima quente e a animação da festa muitas vezes levam as pessoas a ingerirem grandes quantidades de substâncias, sem considerar os riscos à saúde. O uso abusivo dessas substâncias pode levar a quadros de overdose e intoxicações severas, exigindo intervenção médica e hospitalar. Além disso, o consumo excessivo de álcool e drogas está associado a acidentes de trânsito, comportamentos de risco e maior vulnerabilidade a crimes e abusos. 

De acordo com Alvaro Pulchinelli Jr., médico toxicologista, patologista clínico e presidente da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica e Medicina Laboratorial (SBPC/ML), a mistura de diferentes drogas pode ser ainda mais perigosa. “O efeito principal será determinado pela substância consumida em maior quantidade ou para a qual o indivíduo tem maior sensibilidade”, destaca o especialista. Por exemplo, a combinação de cocaína (estimulante) com fentanil (depressor do sistema nervoso central) pode gerar efeitos imprevisíveis, incluindo paradas respiratórias. Já a combinação de maconha, crack ou cocaína com álcool potencializa os efeitos das drogas, podendo aumentar a toxicidade e os riscos de overdose.

As bebidas falsificadas são outro perigo, porém mais silencioso. O crime organizado tem investido na falsificação de bebidas alcoólicas no Brasil, tornando esse um risco real para os foliões. Whiskies, vodkas e até cervejas falsificadas podem conter substâncias altamente tóxicas, como metanol e etilenoglicol, usadas na adulteração para baratear os custos de produção. “Esse é um risco silencioso porque a pessoa não percebe que está consumindo uma bebida falsificada, pois o gosto é praticamente idêntico ao da original”, alerta Pulchinelli Jr. 

Segundo o médico da SBPC/ML, os danos ao organismo podem ser graves. “O metanol, por exemplo, pode causar desde um quadro de embriaguez até coma e cegueira irreversível. Já o etileno-glicol pode levar à insuficiência renal e até à morte”, explica o toxicologista, acrescentando que é essencial que as pessoas só consumam bebidas de procedência confiável, evitando produtos vendidos de forma clandestina ou em locais suspeitos. 

Além disso, há ainda a combinação do calor mais o consumo excessivo de álcool que é uma combinação também perigosa. “O álcool inibe um hormônio chamado antidiurético, levando à desidratação pelo aumento da produção de urina. Quando somamos isso às altas temperaturas e ao suor excessivo, temos um risco ainda maior de desidratação severa”, ressalta Pulchinelli Jr. A desidratação pode causar tonturas, confusão mental, queda de pressão e até desmaios, agravando o risco de acidentes. 

E para minimizar esses riscos, o especialista recomenda intercalar o consumo de álcool com água ou sucos naturais e evitar bebidas energéticas, que podem sobrecarregar ainda mais o organismo. “Manter uma alimentação equilibrada pode ajudar a metabolizar melhor as substâncias ingeridas”, acrescenta o especialista da SBPC/ML. 

Pulchinelli Jr explica ainda que se alguém apresentar sinais de intoxicação por álcool ou drogas, como inconsciência, convulsões, sudorese intensa ou dificuldade para respirar, é fundamental buscar socorro médico imediatamente. “Nesses casos, a pessoa deve ser mantida deitada, com a cabeça virada para o lado, para evitar a aspiração de vômito. Não se deve oferecer café, água ou qualquer outro líquido, pois isso pode agravar a situação”, orienta, acrescentando que no Carnaval, a folia pode ser intensa, mas a segurança deve vir em primeiro lugar. “Consumir bebidas de procedência confiável, evitar misturar substâncias e manter-se hidratado são medidas essenciais para aproveitar a folia sem colocar a saúde em risco”, alerta.  

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