Ir para o conteúdo
  • Envelhescência
  • Ribalta
    • Música
    • Teatro
    • Circo
    • Dança
    • Agenda
  • Planeta
    • Saia de Casa
    • Natureza
    • Bichos
  • Palavras
    • Literatura
    • História e Patrimônio
    • Educação
    • Balbúrdia
  • Tela
    • Audiovisual
    • Artes Visuais
    • Decoração
  • Banquete
    • Comida
    • Bebida
  • Atitude
    • Beleza
    • Moda
    • Comportamento
  • Vitalidade
    • Saúde
    • Bem Estar
  • Envelhescência
  • Ribalta
    • Música
    • Teatro
    • Circo
    • Dança
    • Agenda
  • Planeta
    • Saia de Casa
    • Natureza
    • Bichos
  • Palavras
    • Literatura
    • História e Patrimônio
    • Educação
    • Balbúrdia
  • Tela
    • Audiovisual
    • Artes Visuais
    • Decoração
  • Banquete
    • Comida
    • Bebida
  • Atitude
    • Beleza
    • Moda
    • Comportamento
  • Vitalidade
    • Saúde
    • Bem Estar
Facebook Instagram

VI Edição do Festival Paisagem Sonora faz homenagem às Organizações da Resistência e à J. Cunha

  • Artes Visuais, Secundário 1, Sub-Editoria Tela, Tela
  • 2024-11-29
  • Sem comentários
  • 6 minutos de leitura

Do dia 5 ao dia 8 de dezembro, o Paisagem Sonora leva ao MAC_BAHIA e à Paulo Darzé Galeria programação com música, mapping, atividades formativas, além de lançamento de livro e exposição do artista J. Cunha. Entrada gratuita, sujeita a lotação.

O Festival Paisagem Sonora, em sua sexta edição, chega à capital baiana, pela primeira vez, entre os dias 5 e 8 de dezembro de 2024. Realizado no Museu de Arte Contemporânea da Bahia (MAC_BAHIA) e na Paulo Darzé Galeria, o evento celebra o “Carnaval Negro”, com o tema “Organizações da Resistência”. A programação tem como referência as criações de J. Cunha, artista icônico cuja obra visual redefiniu o bloco afro Ilê Aiyê e o carnaval de Salvador por mais de 25 anos. Com atividades gratuitas, o festival busca promover diálogos entre as músicas experimentais, eletrônicas e de tradições afro-brasileiras, criando uma experiência sinestésica que incorpora arte digital e mapping.

“Esta edição presta homenagem a J. Cunha, cuja contribuição para o carnaval baiano ultrapassa os limites da estética: ele criou uma identidade visual que resgata tradições afro-brasileiras e indígenas, celebrando-as de forma contemporânea,” destaca Danillo Barata, idealizador e um dos curadores do festival. Em 2024, o Paisagem Sonora traz mais uma vez uma programação inteiramente gratuita que inclui oficinas, rodas de conversas, mapping, performances musicais e de dança, integrada à exposição e ao lançamento do livro J Cunha e o Carnaval Negro. A programação completa será divulgada no site: www.festivalpaisagemsonora.org e no perfil oficial do Instagram @paisagemsonorabahia.

Reafirmando sua proposta de promoção de diálogos entre linguagens e interação entre atividades formativas e artísticas, o VI Paisagem Sonora terá oficinas, seminários temáticos, performances musicais de Mateus Aleluia, Mariella Santiago, Bruxa Braba, RDD, Rei Lacoste, Vírus, Grupo Casa do Hip Hop Bahia, o Carrinho BRAU de Missy Blecape, projeções de videomapping de VJ Gabiru e de mostra de audiovisuais, no Cine Paredão. 

Até o momento foram realizadas cinco edições do festival em duas cidades do Recôncavo da Bahia, Santo Amaro e Cachoeira. A sexta edição, em Salvador, se propõe a promover diálogos entre artistas e produtores das três cidades. “É a primeira vez que realizaremos esse movimento de chegar na capital. Nossa intenção é promover um intercâmbio entre artistas e movimentos do recôncavo nesta ocupação do Museu de Arte Contemporânea”, conta Danillo.

ABERTURA DO FESTIVAL – No dia 05 de dezembro, na Paulo Darzé Galeria, no Corredor da Vitória, acontecerá a abertura do Paisagem Sonora, com lançamento do livro “J. Cunha e o Carnaval Negro”, às 18h. Esta realização celebra a importante contribuição de J. Cunha à cultura afro-brasileira e ao Carnaval da Bahia.

Além disso, o público tem a oportunidade de conferir a exposição Individual de J. Cunha: Ritmo e Revolução. A exposição traz uma produção em que a dimensão estética envolve beleza e resistência, onde o jogo artístico figura  como uma prática vital, capaz de questionar e reconfigurar as bases da convivência social. “A arte de J. Cunha faz ressoar o espírito de Palmares nas ruas do presente e se transforma em um ato revolucionário, em uma celebração contínua da vida, da resistência e da memória coletiva afro-brasileira”, afirma Thaís Darzé, uma das curadoras da exposição.

ORGANIZAÇÕES DA RESISTÊNCIA – A VI Edição do Festival Paisagem Sonora será dedicado a celebrar as Organizações da Resistência e as formas pelas quais a arte e a cultura foram utilizadas como ferramentas de resistência e transformação social ao longo da história, especialmente no contexto das tradições afro-brasileiras.

Em 1995, o Ilê Aiyê abordou o tema “Organizações de Resistência Negra”, destacando a importância de entidades religiosas, quilombolas e sócio-políticas na resistência e luta dos afro-brasileiros contra a opressão. O Festival partirá da obra do artista J. Cunha para exaltar as diversas organizações de resistência, que tem no Ilê um dos seus maiores representantes.  

A vida e obra do artista visual J Cunha são o epicentro dos diálogos abertos no Paisagem Sonora. O artista está presente no imaginário visual do Carnaval Negro com suas criações, sejam de figurinos, cenários ou capas de discos, que trazem as simbologias das ancestralidades africanas, indígenas e nordestinas. Suas criações marcaram a história do Carnaval baiano. 

PAISAGEM SONORA | SONS E AMBIENTE – O conceito de paisagem sonora foi proposto pelo compositor, ambientalista e pesquisador Murray Schafer, em atenção à diversidade de sons que compõem os ambientes. “Esta ecologia sonora abarca a música, os ruídos produzidos pelas ações humanas, pela natureza, pelos objetos e também suas presenças imagéticas”, elucida Cláudio Manoel Duarte. Além de exibir as emblemáticas obras de J. Cunha, o festival inclui, a participação de convidados de referência no pensamento sobre a cena cultural baiana nas oficinas, rodas de conversas e seminários. 

A VI Edição do Festival Paisagem Sonora é uma realização da Pró-reitoria de Extensão e Cultura da UFRB e da Fundação Cultural Palmares e conta com o apoio do Museu de Arte Contemporânea da Bahia – IPAC, Secretaria de Cultura da Bahia (SecultBa) e Galeria Paulo Darzé. Apoio cultural do IRDEB, através da TVE e 107.5 Educadora FM

Serviço:
VI Festival Paisagem Sonora
Data: 5 a 8 de dezembro de 2024
Locais: Museu de Arte Contemporânea da Bahia (Rua da Graça, 284, Graça, Salvador) e Paulo Darzé Galeria (Rua Dr. Chrysippo de Aguiar, 8, Corredor da Vitória)
Entrada Gratuita
Mais informações: www.festivalpaisagemsonora.org  e @paisagemsonorabahia no Instagram

Confira a programação completa:

*Entrada gratuita, sujeita a lotação do espaço

5 de dezembro (quinta-feira) – Paulo Darzé Galeria

  • 18h:
    Abertura do Festival com a exposição “J. Cunha: Ritmo e Revolução” e Lançamento do Livro J. Cunha e o Carnaval Negro. 

6 de dezembro (sexta-feira) – Museu de Arte Contemporânea da Bahia – MAC_BAHIA

  • 14h:
    Oficina Criativa com J. Cunha,  Iansã Negrão e Lia Cunha
  • 16h:
    Seminário “Música e Educação”, com J. Cunha, Iansã Negrão, Arany Santana, Rita Maia, Valéria Lima e Danillo Barata.
  • 19h (Galeria Anexo do MAC_Bahia):
    Videomapping com VJ Gabiru e apresentação de Bruxa Braba e RDD

7 de dezembro (sábado) – Museu de Arte Contemporânea da Bahia – MAC_BAHIA

  • 14h:
    Oficina “Sistemas Sonoros e Visualidades”, com Zé Raimundo (Canal Som). 
  • 14h30:
    Seminário sobre Samba Reggae, com Edbrass, Goli Guerreiro e Vívian Caroline.
  • 16h:
    Performance do grupo Casa do Hip Hop Bahia: DJ Branco. MCs: Mas Pitbull, Azêh, Ruto, Nutt. Break Dance com B-Girls: Bgirl Vick e Bgirl Cacau; B-Boys: BBoy Donatelo e BBoy Pêro Vaz
  • 19h:
    Videomapping com Gabiru
    Shows de Mateus Aleluia e Mariella Santiago.

8 de dezembro (domingo) no Museu de Arte Contemporânea da Bahia – MAC_BAHIA

  • 15h:
    Seminário “Clube da Radiola – 40 anos do álbum ‘Canto Negro – Ilê Aiyê’”, com DJ Andre Urso e Giba Gonçalves. Mediação por Nadja Vladi.
  • 16h:
    Performances musicais: Carrinho BRAU e Missy Blecape com Ana Dumas
  • 16h40 (Galeria Anexo do MAC_BAHIA):
    Apresentação doRei Lacoste e Vírus (performance Sankofa)

Atividades fixas:

  • Mostra de Vídeos no Cine Paredão: do dia 6 ao dia 7 de dezembro, a partir das 18h30
  • Feira gastronômica: do dia 6 ao dia 8 de dezembro.

    Atividades Formativas:
  • Oficina Criativa com J. Cunha, Iansã Negrão e Lia Cunha
    Data: 6 de dezembro, das 14h
    Local: MAC_BAHIA

Edição Especial do Gabinete de Investigação do Desenho com J. Cunha, Iansã Negrão e Lia Cunha e ação artística com giz no paredão do jardim. A oficina se propõe a experimentar com o legado cultural e identitário que permeia o Carnaval Negro, com uma abordagem prática que destaca os fundamentos estéticos e históricos da cultura afro-brasileira. Para todas as idades.

  • Seminário “Música e Educação: Arquivos, Livro de Artista e os Cadernos de Educação do Ilê Aiyê”
    Data: 6 de dezembro, das 16h
    Local: MAC_BAHIA

J. Cunha, Iansã Negrão, e Danillo Barata conduzem este seminário ao lado de Arany Santana, Valéria Lima e Rita Maia, trazendo à tona a importância dos arquivos sonoros e dos livros de artista como formas de preservação cultural. O seminário abordará como as tradições visuais e sonoras do Ilê Aiyê contribuem para a educação e resistência cultural.

  • Oficina “Sistemas Sonoros e Visualidades” com Zé Raimundo (Canal)
    Data: 7 de dezembro, das 14h
    Local: MAC_BAHIA

A oficina explora as relações entre som e imagem, com uma introdução ao uso de sistemas sonoros e tecnologias visuais. Zé Raimundo apresentará técnicas de manipulação sonora que combinam visualidades digitais, criando novas formas de percepção artística para aqueles que se interessam pela intersecção entre tecnologia e arte.

  • Seminário “Música e Comunicação: Samba Reggae”
    Data: 7 de dezembro, às 14h30
    Local: MAC_BAHIA

Com Edbrass, Goli Guerreiro e Vívian Caroline, este seminário discute o impacto do samba reggae na Bahia. Os palestrantes explorarão as dimensões musicais, sociais e políticas do gênero, abordando sua importância como expressão cultural e ferramenta de resistência.

  • Seminário “Clube da Radiola – 40 anos do álbum ‘Canto Negro – Ilê Aiyê’”
  • Data: 8 de dezembro, às 15h
    Local: MAC_BAHIA

Em comemoração aos 40 anos do álbum “Canto Negro” do Ilê Aiyê, o DJ Andre Urso e o percussionista Giba Gonçalves fazem uma audição comentada do disco, com mediação da pesquisadora e jornalista Nadja Vladi. Eles vão tocar  faixas do vinil e falar sobre aspectos sonoros e culturais, num diálogo aberto à participação do público.

Ficha Técnica:
Coordenação Geral: Danillo Barata e Vince de Mira
Curadoria: Cláudio Manoel, Danillo Barata, Goli Guerreiro, Iansã Negrão, Tatiana Lima, Vince de MiraCuradoria da Exposição “J. Cunha: Ritmo e Revolução”: Danillo Barata e Thais Darzé
Coordenação Pedagógica: Cláudio Manoel e Tatiana Lima
Produção: Maquinário
Coordenação de Comunicação: Aline Valadares (DASA)
Assessoria de Imprensa: Aline Valadares e Enoe Lopes (DASA)
Gestão de Redes Sociais: Vic Zacconi e Aline Valadares (DASA)
Identidade Visual e Projeto Gráfico: Casa Grida
Site: Concept ONE Tecnologia

Relacionado

Gostou do conteúdo?
Compartilhe:

PrevAnteriorHCM Hotel anuncia réveillon Aquamarine 2025 com experiência exclusiva em João Pessoa
PróximoDoc-reality ‘Deu Positivo’ estreia 5ª temporada no dia 1º de dezembroNext
Picture of Iven

Iven

Postagens Recentes

O Boticário lança Floratta Rose Sucrée com inspiração na pâtisserie francesa

1 de maio de 2026

O segredo da pele de Meryl Streep e Anne Hathaway após 20 anos de O Diabo Veste Prada

1 de maio de 2026

Câncer de ovário: o que está ao alcance da mulher diante de um tumor sem rastreamento

1 de maio de 2026

Alzheimer: Entenda como a doença que causou a interdição de FHC avança

1 de maio de 2026
Ver mais

Jornalista que gosta muito do que faz e que quer dar espaço para quem quer mudar o mundo para melhor.

Icon-facebook Instagram

Postagens Recentes

Câncer de ovário: o que está ao alcance da mulher diante de um tumor sem rastreamento

Alzheimer: Entenda como a doença que causou a interdição de FHC avança

Fundação Bienal de São Paulo anuncia Amanda Carneiro e Raphael Fonseca como curadores-chefes

Conheça Doris e Equipe

Copyright © 2023. Todos os direitos reservados.

  • Política e Privacidade
  • Contato
  • Anuncie aqui