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Biblioteca Nacional premia “Os indígenas, a Mãe Terra e o Bem Viver”, do baiano Ademario Ribeiro Payayá

  • Destaque 2-palavras, Literatura, Palavras, Sub-Editoria Palavras
  • 2024-11-11
  • Sem comentários
  • 2 minutos de leitura

Segundo e terceiro colocados na mesma categoria também são obras de autores indígenas da Moderna

A Fundação Biblioteca Nacional, que desde 1984 reconhece a qualidade intelectual e estética da produção editorial brasileira, escolheu o livro “Os indígenas, a Mãe Terra e o Bem Viver”, de Ademario Ribeiro Payayá, como o grande vencedor do Prêmio Akuli – Categoria de Tradição Oral da edição 2024 dos Prêmios Literários da instituição.

Em “Os Indígenas, a Mãe Terra e o Bem Viver”, Ademario Ribeiro Payayá reúne diferentes gêneros literários para homenagear a sua relação pessoal com a terra em que nasceu e as pessoas com quem conviveu. A obra traz reflexões sobre os povos originários brasileiros, com destaque para as diferentes de culturas e costumes. Contudo, também aponta algo comum entre todos os povos indígenas: a união na defesa e a conexão com a Mãe Terra, além da celebração da vida, com o simples objetivo de Bem Viver em paz e em segurança. 

Ademario Ribeiro Payayá é escritor, poeta, teatrólogo, diretor de teatro, mestre e doutorando em Ciências da Educação. Escreve em português e línguas ancestrais como guarani, patxohã, kiriri e tupi. Dedica grande parte de seu trabalho à divulgação e multiplicação do conhecimento sobre os povos indígenas brasileiros e ao combate a preconceitos e estereótipos. 

A obra é ilustrada por Mauricio Negro, ilustrador, escritor, designer pesquisador e gestor de projetos ligados a temas ambientais e da cultura tradicional. Já recebeu diversos prêmios no Brasil e no mundo, como oito selos do Clube de Leitura ODS da ONU, Prêmio Jabuti, Prêmio Ages Infantil, além de premiações em países como Alemanha, Coreia do Sul, China e Japão. 

“Ver nossos autores indígenas sendo reconhecidos por uma das mais prestigiosas premiações do país, nos enche de orgulho indescritível em palavras. Mais do que isso, mostra a importância do mercado editorial em valorizar cada vez mais a produção literária dos nossos povos originários”, comenta, Maristela Petrili, Diretora editorial da Moderna. 

2º e 3º colocados

Na segunda colocação da premiação está “Apytama – Floresta de histórias”, organização de Kaká Werá. A obra é uma coletânea de contos, crônicas, poemas e ensaios assinados por grandes nomes da produção literária indígena brasileira, de diferentes etnias, como Auritha Tabajara, Cristino Wapichana, Daniel Munduruku, Edson Kayapó, Trudruá Dorrico, Márcia Kambeba, Tiago Hakiy e também Ademario Ribeiro Payayá. Esta obra também é finalista do prêmio Jabuti, na categoria Literatura Juvenil e recebeu o selo de Altamente recomendável da Fundação Nacional do Livro Infantojuvenil (FNLIJ). 

Já na terceira posição está “Poemas para curumins e cunhantãs”, de Tiago Hakiy. A obra usa a poesia para convidar meninos e meninas para um passeio pelas belezas amazônicas. Por meio de versos divertidos e ritmados, as crianças são apresentadas à diversidade da fauna e da flora brasileira, em uma leitura delicada que desperta a sensibilidade do leitor diante das maravilhas da natureza. O livro tem apresentação de Daniel Munduruku que valoriza a importância da conexão do homem com a natureza. 

Os Prêmios Literários Fundação Biblioteca Nacional são entregues há 40 anos com o objetivo de valorizar a qualidade intelectual das obras publicadas no Brasil. Considerado um dos mais conceituados do país e o mais democrático no cenário nacional, é dividido em doze categorias, estabelecidas para abranger toda a diversidade da produção editorial nacional.

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