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Por que Megalópolis foi autofinanciado? Conheça a história do projeto de Francis Ford Coppola

  • Audiovisual, Destaque 1-tela, Sub-Editoria Tela, Tela
  • 2024-10-10
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

Projeto de US$ 120 milhões nasceu no final das filmagens de Apocalypse Now, há mais de 40 anos e conta com cenários hiper-realistas; novo filme do diretor de O Poderoso Chefão chega aos cinemas em outubro com distribuição da O2 Play

Megalópolis, novo longa do visionário diretor e roteirista vencedor do Oscar® Francis Ford Coppola (O Poderoso Chefão), é uma superprodução de 120 milhões de dólares, autofinanciada pelo premiado diretor. A ideia para o longa-metragem surgiu quando ele terminou as filmagens de Apocalypse Now (um de seus filmes mais conhecidos), no final da década de 1970. Inicialmente, era um projeto sobre o porquê e o sentido da existência, de acordo com o próprio diretor em entrevista para a Film Comment em 1983.

O longa só foi sair do papel após mais de quatro décadas por diversas razões, mas a principal delas é a importância pessoal do filme para Coppola. Megalópolis trata de temas importantes e complexos como política, poder e a condição humana, e o premiado diretor desejava ter controle total sobre a produção e a narrativa, evitando a influência de estúdios, ou investidores externos que poderiam alterar sua visão criativa. Por isso, para que seu projeto dos sonhos saísse do papel como ele desejava que o público a visse, Coppola decidiu autofinanciar o projeto, garantindo que o filme refletisse seu ponto de vista pessoal — assim como já havia feito em Apocalypse Now.

Megalópolis teve sua estreia no Festival de Cinema de Cannes deste ano, onde disputou a Palma de Ouro. A história gira em torno de um conflito entre Cesar (Adam Driver), um artista que sonha com um futuro utópico, e Franklin Cicero (Giancarlo Esposito), o ambicioso prefeito de Nova Roma. O elenco inclui Nathalie Emmanuel, Shia LaBeouf, Aubrey Plaza, Jon Voight e Laurence Fishburne. O lançamento nos cinemas está marcado para 31 de outubro, com distribuição da O2 Play.

Sinopse: A cidade de Nova Roma é o cenário de um grande conflito entre Cesar Catilina, um artista idealista, e seu rival, o ganancioso prefeito Franklin Cicero. No meio deles está Julia Cicero, que deve escolher entre a lealdade ao pai e o amor por Cesar, enquanto decide que futuro a humanidade merece.

Sobre a distribuidora O2 Play

A O2 Play é dirigida por Igor Kupstas sob a tutela de Paulo Morelli, sócio da O2 Filmes. A distribuidora faz parte do grupo O2, que também tem como sócios o cineasta Fernando Meirelles e a produtora Andrea Barata Ribeiro.

Em atividade desde 2013, a O2 Play se diferencia das demais distribuidoras por trabalhar, além do cinema, TV e vendas internacionais, o VOD (Video on Demand) – licenciando conteúdo para além de 30 plataformas digitais.

Já foram mais de 80 filmes lançados em cinemas, entre títulos brasileiros premiados, como Sócrates e Chorão – Marginal Alado, e internacionais, em parceria com a Netflix, como O Irlandês, Dois Papas, Não Olhe Para Cima, Bardo, Pinóquio por Guillermo Del Toro – estes dois últimos indicados ao Oscar® 2023, Priscilla e Elis & Tom, Só Tinha de Ser com Você.

A lista de longas ainda inclui parcerias com a MUBI: Annette, que abriu o Festival de Cannes 2021 e conquistou o Prêmio de Melhor Direção, Crimes of the Future, que estreou no Festival de Cannes 2022, o vencedor do Oscar® 2022 de Melhor Filme Internacional Drive My Car, o vencedor do Prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cannes 2022 Holy Spider, o indicado ao Oscar® 2023 de Melhor Ator Aftersun, o indicado ao Oscar® 2023 de Melhor Filme Internacional Close e o indicado ao Oscar® 2024 de Melhor Filme Internacional Dias Perfeitos.

Mais informações no site da O2 Play.

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